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sábado, 6 de outubro de 2012

M. de Relações Exteriores da Turquia: nós não declaramos guerra à Síria


Ahmet Davutoglu, Turquis, SíriaMinistro das Relações Exteriores da Turquia afirma: "nós não declaramos guerra à Síria"


O fato que o parlamento da Turquia concedeu ao governo o mandado para realizar operações militares na fronteira não deve ser considerado como a declaração da guerra à Síria.

“A concessão do mandado mostrou apenas que a Turquia tem intenções sérias, e, primeiramente, em termos de dissuasão,” declarou o ministro das Relações Exteriores da Turquia Ahmet Davutoglu, discursando no sábado no canal televisivo turco TRT.

Ao mesmo tempo, afirma o diplomata, a Turquia deve ser pronta para qualquer desenvolvimento da situação, sendo que a Síria está em guerra civil.  [1]

Cerca de 30 pessoas foram mortas em aldeia na fronteira sírio-turca: Voz da Rússia

Cerca de 30 pessoas morreram durante a captura de uma aldeia por rebeldes sírios, na fronteira com a Turquia.

A maioria dos mortos são soldados do exército governamental. De acordo com instituições de direitos humanos, agora cerca de 80% dos assentamentos ao longo da fronteira sírio-turca estão sob controle dos rebeldes.

Ao mesmo tempo, os militares sírios afirmam que tinham matado dezenas de rebeldes em Aleppo, a segunda maior cidade da Síria.  [2]

Fonte: Voz da Rússia [1] - Voz da Rússia [2]

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Notícia Rápida - Oposição síria tomou posse de mísseis governamentais


Um grupo de rebeldes da oposição síria anunciou ter tomado posse de 10 mísseis dos arsenais do exército governamental da Síria.

A mensagem afirma que o grupo Batalhões de guerrilheiros do Islã, que opera na província síria de Damasco, tomou posse de mísseis, provando o fato com um vídeo divulgado no YouTube, que mostra presas e o armazém donde elas foram roubadas.

Ainda não podem identificar o tipo dos mísseis apanhados, mas, presumivelmente, eles pertencem à classe “terra-terra”. Rebeldes afirmam que quatro foguetes poderiam ser imediatamente lançados depois da tomada.

Damasco ainda não comentou oficialmente esta informação.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A farsa descarada! Jovens britânicos são recrutados para combaterem na Síria como mercenários

Como ainda tem gente que não acordou para esta verdade?
A mídia alienada não esconde mais que a guerra na Síria é fomentada pela elite globalista para destruir a soberania do país...
Os denominados "rebeldes" são mercenários contratados pelos 'senhores do mundo'...


Confira:

Damasco – Jovens britânicos estão sendo recrutados por grupos jihadistas para combaterem como mercenários na Síria, advertiram aqui meios locais que destacam uma denúncia do jornal The Sunday Telegraph.

Os grupos fundamentalistas envolvidos na guerra desatada contra essa nação do Levante recrutam um crescente número de jovens do Reino Unido de origem paquistanesa e sudanesa, para ingressarem nas filas da oposição armada síria, segundo uma investigação do jornal britânico, citada aqui pela televisão.

Os recrutados infiltrados na Síria são principalmente de Bangladesh, do Paquistão e do Sudão, sem contar as centenas de residentes britânicos de origem síria que foram alistados, precisa o estudo realizado por Andrew Gilligan e que foi republicado pela agência árabe síria de notícias SANA.

O Sunday Telegraph sustenta que a segurança britânica parece estar tomando pouca ou nenhuma ação sobre essas práticas que repetem o que já ocorreu contra o Afeganistão e o Paquistão.

A investigação descobriu que pelo menos 30 jovens britânicos, que não são de origem síria, viajaram para esse país para participar dos combates contra o governo, revelou o parlamentar trabalhista por Birmingham Khalid Mahmoud, citado por esse jornal.

Mahmoud expressou extrema preocupação porque esta vendo atos similares aos ocorridos nas etapas iniciais da guerra contra as autoridades do Afeganistão no início da década de 1980, na que se apoiou nos mujahidines contra a presença soviética.


Fonte: Prensa Latina | Enxergue.com
Visto em: LIBERTAR.in

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Obama autorizou suporte à guerra contra a Síria sem a aprovação do Congresso

O presidente dos EUA violou a Constituição ao autorizar novamente suporte para os guerrilheiros que lutam contra o exército sírio. Tendo feito isso, Obama declarou guerra ao país.

O presidente Barack Obama assinou uma ordem secreta que autoriza o apoio de Washington para os rebeldes sírios, em sua luta contra as forças do governo, informou uma fonte dos EUA familiarizada com o assunto.

A ordem, que foi assinada este ano – embora não esteja claro quando foi assinada – permite que a CIA e outras agências de inteligência dos Estados Unidos realizem operações de apoio a rebeldes que tentam derrubar o presidente Bashar al Assad. Além disso, a ordem presidencial reflete a colaboração dos EUA com um centro de comando secreto liderado pela Turquia, em colaboração com Qatar e Arábia Saudita.

O quadro geral da assistência dos EUA para os rebeldes não foi claramente estabelecido, mas os dados sugerem um passo à frente pelo governo dos EUA para ajudar os rebeldes, que até agora tinham ferramentas não-letais, de acordo com Washington.

Na verdade, os Estados Unidos aumentou para US $ 15 milhões os fundos para a ajuda não-letal a ser entregue à oposição síria.

O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Victoria Nuland, disse que Washington “tem dito o tempo todo que está pronto e disposto a entregar ajuda não letal à oposição síria.”

“Dado que este apoio tem sido utilizado, decidimos aumentar o montante do apoio dado a ajuda não-letal”, disse ela. “Além disso, vamos ampliar a nossa coordenação e cooperação com outros países que optaram por outras formas de apoio”, acrescentou, referindo-se à entrega de armas por outros, presumivelmente a Arábia Saudita, Qatar e Turquia.

Quanto ao centro de comando secreto, a agência Reuters sugeriu que esta poderia ser a base secreta criada pela Turquia, em colaboração com Qatar e Arábia Saudita, perto da fronteira síria, um fato que veio à tona na semana passada. Aparentemente, o propósito é o controle das operações militares e de comunicações que ocorrem na Síria para ajudar as forças rebeldes.

Este exemplo de uma decisão secreta entre o Oriente Médio é um exemplo de como os líderes desses países “querem derrubar o presidente sírio, Bashar al-Assad, juntamente com os países ocidentais, como fizeram em 2011 com o líder líbio Muammar Gaddafi. Turquia tem desempenhado um papel cada vez mais importante na Síria, incluindo relatos de que Ancara pode estar por trás do ataque aos líderes da Síria no dia 18 de julho.

No entanto, o governo turco negou qualquer apoio a tais ações. Um oficial sênior do exército de reserva na região disse que pelo menos 20 generais sírios que fugiram para a Turquia estão coordenando as forças rebeldes. As autoridades israelenses declararam que pelo menos 20.000 tropas sírias deixaram a batalha.

De acordo com novos relatórios, a base da Turquia, perto da fronteira síria, está na cidade turca de Adana (sul), cerca de 60 quilômetros da fronteira com a Síria, que também abriga a Base Aérea de Incirlik.

No final de dezembro de 2011, “Vatan” o jornal turco disse que o Exército dos EUA tem armazenado 70 ogivas nucleares do tipo B61-12, das quais 50 são reservadas para uso dos EUA. O jornal observou que entre 10 e 20 das ogivas restantes serão transportadas e lançadas por aviões turcos.

Além disso, o Departamento do Tesouro dos EUA confirmou na quarta-feira que havia autorizado o representante do exército guerrilheiro sírio (SLA) – que inclui muitos dos grupos armados de oposição para realizar transações financeiras em nome dessas organizações rebeldes.

Informações sobre a autorização de Obama para oferecer apoio aos rebeldes ocorre em meio a combates entre as forças de segurança e rebeldes para recuperar o controle de Aleppo, a segunda maior cidade do país.

Fonte: The Real Agenda ( A agenda verdadeira)
Visto em: Nos Dias de Noé

domingo, 12 de agosto de 2012

Uma nova guerra no Sinai?



A crise na Península do Sinai está preocupante. O Egito enviou tropas para o Sinai a fim de realizar operações em grande escala contra os extremistas radicais. Israel está assistindo passivamente a revisão dos acordos de paz de Camp David, quando, nesta semana, os rebeldes já tinham feito a primeira tentativa de invadir o seu território.

O exército egípcio está varrendo a Península do Sinai de grupos radicais. Está sendo planejada a operação para destruir os rebeldes nas montanhas. Para realizá-la, foram transferidas urgentemente para o local tanques, aviões e lançadores de foguetes.

Já foram eliminados mais de 50 rebeldes, o mesmo numero deles foi preso. Eles são suspeitos de ataques aos postos de controle do exército e assassinato de 16 soldados. Autoridades egípcias afirmam que rebeldes têm ligações com Al-Qaeda.

Quando o presidente era Hosni Mubarak, o Cairo, mais ou menos, controlava a situação no Sinai, afirma o presidente do Instituto do Oriente Médio e Israel, Evgueni Satanovsky. Depois de derrubá-lo, a situação ficou fora de controle:

“Depois da Primavera árabe, após a queda do regime de Mubarak, não há controle no Sinai. Sinai se tornou uma área de anarquia. A libertação de prisioneiros após a derrubada de Mubarak fez com que milhares e dezenas de milhares de terroristas islamitas e elementos criminosos ficassem fora do controle do sistema egípcio de detenção. Tráfico de armas no Egito no momento é absolutamente livre, dezenas de milhares e centenas de milhares de armas estão espalhadas por todo o país no mercado interno. Entre este armamento estão os sistemas de mísseis antitanques que permitem abater aviões. Hamas estabeleceu no Sinai a sua rede de bases de apoio para ataques terroristas contra Israel.”

Muitos destes grupos, na semana passada, declararam contra o Cairo uma guerra de guerrilha. O presidente egípcio, Mohammed Mursi, prometeu restaurar a ordem na península. Seus oponentes não acreditam nele. A transferência de tropas para o Sinai, através do Canal de Suez é um argumento forte na disputa. No entanto, quando e com que resultado vai terminar a operação militar, ninguém é capaz de prever, além disso, o controle real da situação só é possível no caso da cooperação com os serviços de inteligência israelenses. Quando Hosni Mubarak era presidente,o controle estava presente, mas agora é minimizado. O seguinte episódio, por exemplo, é evidência disso. A inteligência israelense teve a informação de que os rebeldes iriam, em carros blindados, realizar ataques contra Israel após capturarem um posto de controle na fronteira egípcia. Como resultado, a Força Aérea Israelense destruiu rebeldes a 50 metros da fronteira. Enquanto os militares egípcios estavam totalmente despreparados para este ataque.

Cooperação com Israel na esfera de segurança, obviamente, pode ajudar ao presidente do Egito a sair do "impasse de Sinai." No entanto, é provável que a Irmandade Muçulmana não permita que o seu candidato coopere com os "inimigos sionistas", concluindo, por exemplo, com ele alguns acordos informais.

Se Israel de repente decidir estender primeiro a mão para o Egito, então, em troca, ele vai colocar suas próprias condições, diz o chefe do Centro de Estudos Árabes do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências Russa, Bagrat Seyronyan:

“Depois da revolução do Egito, em janeiro do ano passado, especialmente após a chegada à presidência do islamita, foram feitas algumas declarações muito duras contra Israel, após os quais as relações com este evidentemente ficariam piores, comparando com o período de Mubarak. Israel gostaria de ter alguma pressão sobre o novo governo egípcio, para confirmar, pelo menos, os acordos que foram alcançados durante o regime anterior. Parece-me que este fator seja, naturalmente, importante.”

Israel, evidentemente, está interessado no mais rápido restabelecimento do controle sobre o Sinai por parte do Cairo. No entanto, as forças conservadoras de Israel ainda não disseram a sua última palavra sobre a transferência de soldados egípcios e armas pesadas na área. Na verdade, até 1973 Sinai tinha sido ocupado por Israel e os Acordos de Camp-David o obrigaram a retirar suas tropas de lá. Agora, o lugar dos israelenses ocupam soldados egípcios, por isso podemos esperar uma reação dura do Tel-Aviv contra isso.

É claro que os extremistas radicais atingiram o que queriam i.e. conseguiram provocar uma grave crise nas relações entre Egito e Israel, afirma o perito do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências Russa, Boris Dolgov. Ele prevê que o desenvolvimento da situação será seguinte:

“A tensão e a incerteza da situação na Síria vão continuar, os confrontos continuarão. Isso cria dificuldades para Israel, com os radicais islâmicos que tentaram reingressar no território. É possível falar sobre o crescimento de uma ameaça direta contra os serviços de inteligência egípcios e o exército, porque os radicais islâmicos encaram o exército do Egito como o seu adversário.”

Na mesquita do Cairo, Al-Rashdan, onde se despediam com os policiais mortos no posto de controle, Rafah, quase que explodiu uma revolta espontânea da população. Ao chegar na cerimônia, o Primeiro-ministro Hisham Kandil, foi atacado pela multidão e se retirou rapidamente. Jogaram nele sapatos que é o indicador do mais alto grau de desprezo no mundo muçulmano. E em seguida, foram ouvidas maldições contra a Irmandade Muçulmana.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CIA e Mossad treinam tropas para derrubar o governo sírio



Na zona fronteiriça da Turquia se encontram acampamentos militares onde são instruídos mercenários destinados a combater o exército governamental da Síria, informa o jornal turco Idinik.

De acordo com sua informação, os acampamentos são controlados por uma empresa privada de segurança estadunidense. Damasco declarou anteriormente que agentes da Mossad e da CIA intervinham nos combates ao lado da oposição síria.
Ontem, na Internet foi divulgado um vídeo transmitindo cenas de execução, em Aleppo, de apoiantes do regime governante por rebeldes sírios.

Entretanto, a agência France Presse relata o assassínio de 43 pessoas no subúrbio sudoeste de Damasco, alegadamente perpetrado por apoiantes de al-Assad. A maioria das pessoas foram praticamente vítimas de execução sumária, tendo supostamente algumas delas sido torturadas antes da mesma.

domingo, 22 de julho de 2012

Regime Sírio parece estar vencendo revolta em Damasco - diz Voz da Rússia


A Rússia e a China bloquearam o projeto ocidental de resolução do Conselho de Segurança da ONU para a Síria, que previa a introdução de sanções rígidas em relação às autoridades em Damasco, se estas não cumprirem uma série de exigências.

O representante permanente da Rússia na ONU, Vitali Churkin, explicou a posição de Moscou: "O projeto distinguia-se por ser extremamente unilateral. As ameaças de pressão e sanções eram dirigidas exclusivamente ao governo da Síria. Isto não reflete a realidade da atual situação no país."

A realidade é tal que não é necessário conter o governo da Síria e sim a oposição irreconciliável. 
Seus destacamentos anunciaram abertamente o início da realização do plano Vulcão em Damasco – terremoto na Síria. No âmbito do qual os rebeldes – segundo eles próprios, lançaram à capital do país 30 mil combatentes.

É verdade que muitos observadores consideram que o número é exagerado em dezenas de vezes e trata-se de operação propagandística. O orientalista russo Leonid Issaev considera:

"Por enquanto os rebeldes sírios não conseguiram estabelecer controle prolongado sobre nenhuma cidade. Se conseguirem o planejado e Damasco cair, então, naturalmente, a situação mudará imediatamente. Entretanto, em essência, a atual ofensiva é um gesto de desespero. O exército da Síria, como antes, é forte e as forças dos rebeldes não aumentam de modo algum. O ocidente, com exceção de dinheiro e armas, por enquanto não quer ajudar. Pelo menos enquanto a posição da Rússia permanecer rígida. No entanto a oposição síria está recebendo muito dinheiro. Os patrocinadores de oposicionistas já começam a duvidar, valerá a pena financiar generosamente este projeto? E na própria Síria as forças dos rebeldes começam a se esgotar. Por isso o chamado assalto de Damasco é um espetáculo com a finalidade de restabelecer o financiamento da oposição irreconciliável."

Muito dinheiro vai para o projeto sírio, entretanto não há resultados por enquanto. O regime em Damasco, como antes, contém o golpe e permanece perfeitamente sólido. Como resultado a oposição irreconciliável, para manter seu renome aos olhos dos patrocinadores, começa a promover espetáculos. Isto se refere também ao chamadoassalto de Damasco, considera o analista militar sírio Mukhammed Issa:

"Agora em Damasco estão pequenos grupos armados, evidentemente sob controle da Arábia Saudita. Eles realizam ataques e abrem fogo. Mas assim que as forças de segurança chegam ao local, os rebeldes imediatamente desaparecem e algum tempo depois, aqueles que sobreviveram realizam um ataque em outro bairro. Há muito barulho, mas não há qualquer resultado prático para os rebeldes. Mas, para um observador de fora pode parecer que em Damasco ocorre uma verdadeira guerra."

Agora é complexo avaliar a verdadeira envergadura das operações dos rebeldes sírios. E ainda assim têm-se a impressão de que o roteiro chega ao final. E a questão do vencedor será resolvida em breve.


 Israel em relação à guerra na Síria

Israel colocou forças militares e policiais adicionais na fronteira com a Síria, nos Montes Golã. Se estão cumprindo os receios dos últimos meses: cada vez mais refugiados vindos da Síria se concentram na fronteira com Israel. Essa situação foi comentada à Voz da Rússia pelo ensaista e ativista social Avigdor Eskin.

A morte de quatro colaboradores próximos do presidente Assad indica que a revolta atingiu o seu círculo mais próximo. Como se sabe, em resultado da explosão morreram o ministro da Defesa da Síria, general Daud Rajha, e o seu vice-ministro e cunhado do presidente sírio, Asef Shaukat.

Na mídia israelita aparecem cada vez mais análises referindo que a queda do regime de Assad na Síria é apenas uma questão de tempo. Na esmagadora maioria dos casos isso é dito com pesar. Paradoxalmente, Israel gostaria atualmente que Assad permanecesse muitos anos no posto de presidente. O caos que se aproxima preocupa os líderes do país.

Uma preocupação especial é provocada em Israel pelo extremar das posições confessionais que se verifica na Síria. Hoje, este país é governado pelas minorias: alauitas, drusos e cristãos. Os revoltosos pretendem falar em nome da maioria sunita, que constitui setenta por cento da população. Em caso de queda do regime de Assad se deve esperar a agudização dos conflitos de base religiosa por todo o Oriente Médio.

Os serviços especiais israelitas estão a desenvolver neste momento esforços suplementares para não permitir o alastramento do conflito inter-confessional ao seu território. Não estão  esquecidas as guerras entre cristãos e muçulmanos do Líbano nos anos setenta. Centenas de milhares de pessoas morreram por causa do ódio religioso.

Nós ainda não temos plena consciência das terríveis consequências que podem advir da continuação da desestabilização de um governo estável na Síria. Parece que os norte-americanos não aprenderam nada com os exemplos dos seus próprios fiascos. Foram eles que pressionaram o xá da Pérsia a abdicar e, dessa forma, abriram caminho a Khomeini e a Ahmadinejad. Foram eles que levaram os talibãs a tomar o poder no Afeganistão. E serão eles os responsáveis pelo banho de sangue que paira sobre a Síria em caso de vitória dos rebeldes.

Eles deveriam aprender com os seus erros e os outros não deveriam seguir os seus exemplos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Tropas Sírias apoderam-se da cidade estratégica de Khan Sheyhun


As tropas governamentais sírias tomaram hoje por assalto a cidade de Khan Sheyhun, no sul da Província de Idlib, informa a Reuters.

As forças governamentais bombardearam a cidade com morteiros e canhões e em seguida começaram o assalto, do qual participaram várias dezenas de veículos blindados e helicópteros de combate. Os rebeldes não puderam opôr resistência e abandonaram suas posições. Ambas as partes sofreram baixas consideráveis.

Felizmente, os habitantes pacíficos tiveram tempo para sair da cidade até o momento da ofensiva governamental.

A tomada de Khan Sheyhun é um grande êxito para o Exercito sírio, porque essa cidade ocupada pelos rebeldes bloqueava a rodovia que liga as maiores cidades do país – Damasco e Alepo

Tropas sírias bombardearam cinco caminhões turcos

As tropas sírias bombardearam cinco caminhões turcos na região de Aleppo, perto da fronteira com a Turquia, informou hoje a agência noticiosa DHA. Em consequência do ataque, os caminhões pegaram fogo e seus motoristas fugiram.

Segundo a agência, grupos de oposicionistas sírios teriam prestado proteção aos motoristas e os conduziram à fronteira e, seguidamente, ao território turco. Outros pormenores do incidente não foram informados.




quarta-feira, 16 de maio de 2012

Jornal americano denúncia apoio dos EUA a grupos armados sírios


Estados Unidos e nações do golfo Pérsico enviam armas de maneira significativa aos grupos rebeldes que lutam para derrubar o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, denunciou hoje o jornal The Washington Post.

A informação coincide com a ocupação ao norte do país na estrada entre Raqqa e Alepo, por unidades da alfândega de uma quantidade de armas ocultadas dentro de um caminhão, entre estas 13 fuzis de francotiradores, oito pentes de balas e uma quantidade considerável de munições.

O jornal americano indica que os opositores receberam armas melhores e em quantidades significativas nas últimas semanas, em um esforço financiado pelas nações do golfo Pérsico e coordenado em parte por Washington, de acordo com ativistas e servidores públicos dos Estados Unidos e do Exterior, cita a fonte.

A informação coincide com a ocupação ao norte do país na estrada entre Raqqa e Alepo, por unidades da alfândega de uma quantidade de armas ocultadas dentro de um caminhão, entre estas 13 fuzis de francotiradores, oito pentes de balas e uma quantidade considerável de munições.
O jornal americano indica que os opositores receberam armas melhores e em quantidades significativas nas últimas semanas, em um esforço financiado pelas nações do golfo Pérsico e coordenado em parte por Washington, de acordo com ativistas e servidores públicos dos Estados Unidos e do Exterior, cita a fonte.
Ao respeito, a Casa Branca alega que só é um esforço para dar credibilidade à oposição e melhorar a infraestrutura de comando e controle de suas operações.
Estamos incrementando nossa assistência não letal para a oposição síria, e coordenamos nossos esforços com os amigos e aliados na região e para além, a fim de ter o maior impacto no que estamos fazendo em conjunto, assinalou um servidor público do Departamento de Estado, citado pelo jornal.

Algumas fontes alertam que isto constitui uma mudança de política da Casa Branca e muitos servidores públicos, segundo o WP, consideram agora que uma confrontação militar em expansão é inevitável.

Agrega que o material bélico se armazena em Damasco, em Idlib, próximo à fronteira turca e em Zabadani na fronteira libanesa.

Estes fornecimentos bélicos são possíveis depois da decisão de Arábia Saudita, Provar e outros estados do Golfo, para proporcionar milhões de dólares no financiamento dos grupos qualificados de terroristas por Damasco.

O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.

Estamos incrementando nossa assistência não letal para a oposição síria, e coordenamos nossos esforços com os amigos e aliados na região e para além, a fim de ter o maior impacto no que estamos fazendo em conjunto, assinalou um servidor público do Departamento de Estado, citado pelo jornal.
Algumas fontes alertam que isto constitui uma mudança de política da Casa Branca e muitos servidores públicos, segundo o WP, consideram agora que uma confrontação militar em expansão é inevitável.

Agrega que o material bélico se armazena em Damasco, em Idlib, próximo à fronteira turca e em Zabadani na fronteira libanesa.

Estes fornecimentos bélicos são possíveis depois da decisão de Arábia Saudita, Provar e outros estados do Golfo, para proporcionar milhões de dólares no financiamento dos grupos qualificados de terroristas por Damasco.

O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.

Algumas fontes alertam que isto constitui uma mudança de política da Casa Branca e muitos servidores públicos, segundo o WP, consideram agora que uma confrontação militar em expansão é inevitável.
Agrega que o material bélico se armazena em Damasco, em Idlib, próximo à fronteira turca e em Zabadani na fronteira libanesa.

Estes fornecimentos bélicos são possíveis depois da decisão de Arábia Saudita, Provar e outros estados do Golfo, para proporcionar milhões de dólares no financiamento dos grupos qualificados de terroristas por Damasco.

O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.

Agrega que o material bélico se armazena em Damasco, em Idlib, próximo à fronteira turca e em Zabadani na fronteira libanesa.
Estes fornecimentos bélicos são possíveis depois da decisão de Arábia Saudita, Provar e outros estados do Golfo, para proporcionar milhões de dólares no financiamento dos grupos qualificados de terroristas por Damasco.

O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.

Estes fornecimentos bélicos são possíveis depois da decisão de Arábia Saudita, Provar e outros estados do Golfo, para proporcionar milhões de dólares no financiamento dos grupos qualificados de terroristas por Damasco.
O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.

O jornal também revelou que servidores públicos do governo estadunidense mantiveram conversas com uma delegação curda, na qual se valorizou a possibilidade de abrir novas frentes de agressão na Síria, no leste do país, para obrigar às autoridades a mover tropas do oeste.


Fonte: http://ianoticia.blogspot.com.br/2012/05/jornal-americano-denuncia-apoio-dos-eua.html