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domingo, 12 de agosto de 2012

Uma nova guerra no Sinai?



A crise na Península do Sinai está preocupante. O Egito enviou tropas para o Sinai a fim de realizar operações em grande escala contra os extremistas radicais. Israel está assistindo passivamente a revisão dos acordos de paz de Camp David, quando, nesta semana, os rebeldes já tinham feito a primeira tentativa de invadir o seu território.

O exército egípcio está varrendo a Península do Sinai de grupos radicais. Está sendo planejada a operação para destruir os rebeldes nas montanhas. Para realizá-la, foram transferidas urgentemente para o local tanques, aviões e lançadores de foguetes.

Já foram eliminados mais de 50 rebeldes, o mesmo numero deles foi preso. Eles são suspeitos de ataques aos postos de controle do exército e assassinato de 16 soldados. Autoridades egípcias afirmam que rebeldes têm ligações com Al-Qaeda.

Quando o presidente era Hosni Mubarak, o Cairo, mais ou menos, controlava a situação no Sinai, afirma o presidente do Instituto do Oriente Médio e Israel, Evgueni Satanovsky. Depois de derrubá-lo, a situação ficou fora de controle:

“Depois da Primavera árabe, após a queda do regime de Mubarak, não há controle no Sinai. Sinai se tornou uma área de anarquia. A libertação de prisioneiros após a derrubada de Mubarak fez com que milhares e dezenas de milhares de terroristas islamitas e elementos criminosos ficassem fora do controle do sistema egípcio de detenção. Tráfico de armas no Egito no momento é absolutamente livre, dezenas de milhares e centenas de milhares de armas estão espalhadas por todo o país no mercado interno. Entre este armamento estão os sistemas de mísseis antitanques que permitem abater aviões. Hamas estabeleceu no Sinai a sua rede de bases de apoio para ataques terroristas contra Israel.”

Muitos destes grupos, na semana passada, declararam contra o Cairo uma guerra de guerrilha. O presidente egípcio, Mohammed Mursi, prometeu restaurar a ordem na península. Seus oponentes não acreditam nele. A transferência de tropas para o Sinai, através do Canal de Suez é um argumento forte na disputa. No entanto, quando e com que resultado vai terminar a operação militar, ninguém é capaz de prever, além disso, o controle real da situação só é possível no caso da cooperação com os serviços de inteligência israelenses. Quando Hosni Mubarak era presidente,o controle estava presente, mas agora é minimizado. O seguinte episódio, por exemplo, é evidência disso. A inteligência israelense teve a informação de que os rebeldes iriam, em carros blindados, realizar ataques contra Israel após capturarem um posto de controle na fronteira egípcia. Como resultado, a Força Aérea Israelense destruiu rebeldes a 50 metros da fronteira. Enquanto os militares egípcios estavam totalmente despreparados para este ataque.

Cooperação com Israel na esfera de segurança, obviamente, pode ajudar ao presidente do Egito a sair do "impasse de Sinai." No entanto, é provável que a Irmandade Muçulmana não permita que o seu candidato coopere com os "inimigos sionistas", concluindo, por exemplo, com ele alguns acordos informais.

Se Israel de repente decidir estender primeiro a mão para o Egito, então, em troca, ele vai colocar suas próprias condições, diz o chefe do Centro de Estudos Árabes do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências Russa, Bagrat Seyronyan:

“Depois da revolução do Egito, em janeiro do ano passado, especialmente após a chegada à presidência do islamita, foram feitas algumas declarações muito duras contra Israel, após os quais as relações com este evidentemente ficariam piores, comparando com o período de Mubarak. Israel gostaria de ter alguma pressão sobre o novo governo egípcio, para confirmar, pelo menos, os acordos que foram alcançados durante o regime anterior. Parece-me que este fator seja, naturalmente, importante.”

Israel, evidentemente, está interessado no mais rápido restabelecimento do controle sobre o Sinai por parte do Cairo. No entanto, as forças conservadoras de Israel ainda não disseram a sua última palavra sobre a transferência de soldados egípcios e armas pesadas na área. Na verdade, até 1973 Sinai tinha sido ocupado por Israel e os Acordos de Camp-David o obrigaram a retirar suas tropas de lá. Agora, o lugar dos israelenses ocupam soldados egípcios, por isso podemos esperar uma reação dura do Tel-Aviv contra isso.

É claro que os extremistas radicais atingiram o que queriam i.e. conseguiram provocar uma grave crise nas relações entre Egito e Israel, afirma o perito do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências Russa, Boris Dolgov. Ele prevê que o desenvolvimento da situação será seguinte:

“A tensão e a incerteza da situação na Síria vão continuar, os confrontos continuarão. Isso cria dificuldades para Israel, com os radicais islâmicos que tentaram reingressar no território. É possível falar sobre o crescimento de uma ameaça direta contra os serviços de inteligência egípcios e o exército, porque os radicais islâmicos encaram o exército do Egito como o seu adversário.”

Na mesquita do Cairo, Al-Rashdan, onde se despediam com os policiais mortos no posto de controle, Rafah, quase que explodiu uma revolta espontânea da população. Ao chegar na cerimônia, o Primeiro-ministro Hisham Kandil, foi atacado pela multidão e se retirou rapidamente. Jogaram nele sapatos que é o indicador do mais alto grau de desprezo no mundo muçulmano. E em seguida, foram ouvidas maldições contra a Irmandade Muçulmana.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Arábia Saudita: Milhares protestam contra a dinastia feudal dos Saúd


Milhares de sauditas desafiaram as autoridades ao comparecer nos funerais de duas vitimas (Mohamed al Felfel e Akbar al Shajuri), que morreram no domingo durante os protestos contra a detenção de um clérigo, Sheij Nimr al Nimr.

Os manifestantes sairam às ruas em Qatif (Este da Arábia Saudita). Segundo os vídeos publicados na Internet, ao funeral assistiram vários milhares de pessoas que gritavam em coro frases como “Abaixo com Mohammed bin Fahd!”, o nome do governador da Provincia Oriental.

Também portavam cartazes que criticavam o despotismo do poder wahabí.

A situação na Provincia do Leste surgiu depois da tentativa de assassinato e a detenção de Sheij Nimr al Nimr.

O estado de saúde deste dignatário crítico ao poder continua sendo desconhecido. Um comunicado do Ministério do Interior se limitou a anunciar que ele está vivo.

Numa entrevista ao jornal As Safir, o irmão de Sheij Nimr, Mohammad Baqer, “expressou sua preocupação pelo destino de seu irmão e acrescentou que sua família não pode visitá-lo nem conhecer em primeira mão seu estado de saúde”.

É tempo de liberar Arábia

Neste contexto, um ex-analista que trabalha no centro Rei Faisal de Riad declarou que “é hora já de liberar, não só a Provincia do Leste e o Hiyaz (o nome da Arábia Saudita) em árabe, senão também a todas as ilhas (os países do Golfo) da familia déspota Al Saúd”.

Numa entrevista com a cadeia Al Alam, na quarta-feira Shueibi Ali também mencionou “os estreitos vínculos dos Al Saúd com os judeus e os maçôns, que trabalham dia e noite contra o Islã e os muçulmanos”.


Comentário do blog:

É por isso que as emissoras e jornais corporativos não divulgam as imagens dos protestos na Arábia Saudita, porque este país é aliado do eixo sionista Israel/EUA/OTAN.

Os árabes estão percebendo tardiamente que por décadas foram enganados por mercenários que sempre estiveram à serviço dos interesses de Israel. O lema sionista é “dividir para conquistar” e “ordem através do caos”. Conseguiram, graças à quantidade de tribos que existem nos países árabes, os judeus foram gradualmente fomentando a discórdia entre eles e assim criando guerras internas e enfraquecendo a população muçulmana.

Também descobrem da forma mais dolorosa que Israel, consequentemente, os genocidas que controlam as corporações petroleiras, não possuem aliados mas sim interesses.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Presidente Bashar Al Assad declarou guerra na Síria


O presidente da Síria Bashar Assad declarou, que o seu país está no estado de guerra, informa a corporação britânica de rádio e televisão BBC.

Ontem nos arrabaldes de Damasco iniciaram batalhas ferozes entre o exército sírio e os rebeldes.



Assad exigiu ao novo gabinete do governo fazer todos os esforços para vencer.

Ambos os lados do conflito comunicam sobre dezenas de vítimas – tanto nas batalhas perto de Damasco, quanto por todo o país.


Nota do blog: O mapa promovido pelos Globalistas para a Nova Ordem Mundial, dividido em 10 supernações (imagem abaixo) está tomando forma cada vez mais. 


 A supernação número 7#, que é formada pelos países do norte da África e Oriente Médio, nunca seria possível sem que primeiro fossem "retirados" os "obstáculos", ou seja, países como a Líbia, em que um ditador bem entrincheirado jamais abriria mão de sua soberania para a formação da Nova Ordem Mundial, precisam ser depostos ou mesmo assassinados como foi o caso de Muamar Kadafi.

 A Primavera Árabe não passa do esforço da Elite Mundial para subjugar tais países que não aderem a Nova Ordem Mundial e estabelecer um cenário favorável para a formação desta nova supernação.

 Agora vemos a mesma situação que se passou na Líbia, se passar na Síria : os "rebeldes" (assim ditos pela mídia) que não passam de mercenários muçulmanos contratados para exterminar civis, a mídia manipuladora fazendo acusações falsas, os Bancos Internacionais causando um colapso econômico dentro do país e a OTAN e demais órgãos internacionais  enviando tropas para destruir um governo que nem sequer é merecedor de tudo isso.

 Podemos esperar para 2012 e próximos anos uma drástica mudança no cenário mundial.

 Mais uma vez vale lembrar o que o profeta escreveu a 2500 anos atrás:

 - Sentença contra Damasco. Eis que Damasco deixará de ser cidade e será um montão de ruínas. As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos, que aí se deitarão sem haver quem os espante. A fortaleza de Efraim desaparecerá, como também o reino de Damasco e o restante da Síria [...] Isaías 17 1 - 3

 E podemos ver que ele se refere aos últimos dias, como ele escreve nos próximos versos:

  - Mas ainda ficarão alguns rabiscos (refere-se ao povo judeu), como no sacudir da oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, e quatro ou cinco nos ramos mais exteriores de uma árvore frutífera, diz o SENHOR, Deus de Israel. Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel. Isaías 17. 6 - 7

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mais um bloco: Irmandade árabe pretende criar Califado dos "ESTADOS UNIDOS DOS ÁRABES" com capital em Jerusalém



Realmente a implantação do governo mundial está a passos largos, e os blocos continentais estão sendo formados.
O vídeo está em inglês. Em suma, mostra pra quais propósitos a Primavera Árabe veio ( independente de ser anti -Israel, pró árabe ), pois dará num Califado Árabe com Jerusalém como capital.
Assim preparam para uma nova cruzada pela libertação total de Jerusalém sob um jugo completo islâmico. Enquanto isso a agenda segue e vai preparando as massas para os propósitos adiante. Isso tanto em Israel quanto no mundo árabe.

O vídeo está em inglês. Em suma, mostra pra quais propósitos a Primavera Árabe veio ( independente de ser anti -Israel, pró árabe ), pois dará num Califado Árabe com Jerusalém como capital.
Assim preparam para uma nova cruzada pela libertação total de Jerusalém sob um jugo completo islâmico. Enquanto isso a agenda segue e vai preparando as massas para os propósitos adiante. Isso tanto em Israel quanto no mundo árabe.
Mais assustador ainda: depois de Higazi jurar que a capital do "califado" "será Jerusalém", um gigantesco brado levanta-se em toda a multidão, que parece consistir de milhares de pessoas: "o nosso grito será: 'Milhões de mártires marchando para Jerusalém!'"
A palavra "mártires" pode significar muitas coisas, mas é no mínimo um eufemismo para uma acção militar, e mais provavelmente um incitamento aos bombistas suicidas.
E o discurso inflamado e alimentado pelo ódio (entenda-se: inveja) ancestral dos árabes aos judeus incluiu frases como estas:
-"Vamos tirar o sono aos olhos de todos os judeus"
Para quem ainda tinha dúvidas, aqui está a verdade revelada sobre o resultado da tão aclamada (por alguns) "primavera árabe"...
Nada de bom virá dali, e as eleições no Egipto poderão ser determinantes para o rompimento do acordo de paz com Israel e o início de uma nova era de ódio e violência que, segundo as profecias milenares, trarão a destruição ao próprio Egíto e não só. É que quem se mete com Israel acaba pagando um alto preço e parece que os egípcios ainda não aprenderam as lições de 1967 e 1973...
Confira o vídeo acima e veja com os seus próprios olhos...



Já conhecemos a UNASUL (União das Nações Sul-Americanas), a UNA (União Norte-Americana), a União Européia que se transformará em 'Estados Unidos da Europa', e agora também querem criar os "Estados Unidos dos Árabes"...





Falando aparentemente numa campanha eleitoral para o candidato presidencial da Irmandade Muçulmana Mohammed Mursi, o clérigo egípcio Safwat Higazi é visto e ouvido neste video anunciando que Mursi irá ajudar a reformular aquilo a que ele chama de "Estados Unidos dos Árabes" - que significa, na verdade, um segundo califado. Higazi usa até a palavra "califado" para descrever as suas ambições.




-"Vamos lá, amantes do martírio, vocês são todos Hamas."
-"A nossa capital não será no Cairo, Meca ou Medina" - disse o clérigo muçulmano diante da multidão dos milhares que gritavam em uníssono: "Milhões de mártires marcham para Jerusalém." 


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Estados Unidos e Europa querem conter a expansão da China, Rússia e Irã através da Síria

Síria não é nada mais que um peão em um jogo geopolítico mundial, previsto para ser sacrificado a fim de conter a expansão da China, Rússia e Irã, revela o analista político Jamal Wakim.

Enquanto a comunidade internacional aguarda com cautela para ver se o plano de cessar-fogo de Kofi Annan será aplicado na Síria, o professor da Universidade Internacional do Líbano Jamal Wakim acredita que o Ocidente ainda não desistiu de sua intenção de derrubar o presidente Bashar Al-Assad.

Relatórios sobre os confrontos entre tropas do governo sírio e rebeldes na fronteira com a Turquia pode ser sinal de que a oposição síria quer desacreditar a iniciativa de Annan, reassalta Wakim.

Segundo Wakim, o conflito sírio vai além do que apenas derrubar outro "ditador".


"Esta é uma tentativa de assumir todo o Oriente Médio e impedir o acesso às águas quentes do mar Mediterrâneo e no Oceano Índico para a Rússia, China e Irã", disse Wakim RT.

"Há uma aliança entre as chamadas potências marítimas: os Estados Unidos, a Europa Ocidental e a Turquia. Eles estão tentando conter a Rússia, a China e o Irã as rotas de comércio internacional e, assim, obter melhores posições de negociação. Isso também prejudicaria o crescimento econômico dos três países e afetando o seu papel na política mundial ", acrescenta o professor.

Com o avanço da Primavera Árabe, Moscou, Pequim e Teerã perderam o acesso às águas do Mediterrâneo através da Líbia e Iêmen e em outros lugares, diz Wakim. "A Síria é tudo o que resta para eles. É assim que a ferocidade do ataque dos EUA no país pode ser explicado. "

Fonte:http://ianoticia.blogspot.com.br/2012/04/estados-unidos-e-europa-querem-conter.html