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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Repostado: A oposição síria leva o selo do Club Bilderberg


Tradução: Caminho Alternativo

O ‘projeto anti-Assad’ foi lançado pelo Ocidente muito antes de que explodisse o conflito.


Vários dos líderes da oposição síria estão relacionados com a maquinária anglo-americana de mudança de regimes que colocou sua atenção no país árabe em 2005.

Uma quantidade de personalidades chaves da oposição leva muito tempo no exílio e começou a receber apoio financeiro do Governo dos EUA para derrubar Al Assad muito tempo antes de que estourasse a primavera árabe.

Esses porta-vozes da democracia advogam por uma intervenção militar estrangeira na Síria, o qual os converte em aliados lógicos dos neoconservadores estadunidenses que respaldaram a invasão no Iraque sob o presidente George W. Bush e que estão pressionando o Governo de Barack Obama para que intervenha na Síria.

Por isso vários representantes da oposição encontraram apoio e em alguns casos inclusive desenvolvido relações lucrativas com os advogados da intervenção militar em ambos lados do Atlântico, escreve o jornal ‘The Guardian’.

As fontes mais citadas da oposição são os representantes oficiais do Conselho Nacional Sírio (CNS), reconhecido nos meios ocidentais como a principal coalizão opositora. Estabelecidas relações mais estreitas com Ocidente, o CNS vêm chamando a uma intervenção militar estrangeira desde as fases iniciais do conflito.

Os grandes meios ocidentais se limitam habitualmente a formulações tais como “porta-voz” ou “ativista pró-democrático” sem mostrar seu histórico nem laços políticos. Porém, várias dessas fontes estão relacionadas com o negócio anglo-americano de mudança de regimes.

Bassma Kodmani

Dos porta-vozes do CNS, o de maior importância é Bassma Kodmani, membro do comitê executivo do Conselho e responsável das relações exteriores.

Este ano Kodmani esteve presente pela segunda vez numa reunião do Club Bilderberg, uma associação fechada de personalidades influentes no mundo político e econômico que muitos acreditam ter as rédeas do poder mundial.

Para a conferência de 2008 foi registrada como cidadã francesa, mas em 2012 sua nacionalidade desapareceu e foi listada como “internacional”.

Bassma Kodmani

Vários dos líderes da oposição síria estão relacionados com a maquinária anglo-americana de mudança de regimes que colocou sua atenção no país árabe em 2005.

Uma quantidade de personalidades chaves da oposição leva muito tempo no exílio e começou a receber apoio financeiro do Governo dos EUA para derrubar Al Assad muito tempo antes de que estourasse a primavera árabe.

Esses porta-vozes da democracia advogam por uma intervenção militar estrangeira na Síria, o qual os converte em aliados lógicos dos neoconservadores estadunidenses que respaldaram a invasão no Iraque sob o presidente George W. Bush e que estão pressionando o Governo de Barack Obama para que intervenha na Síria. Um pouco antes, em 2005, Kodmani trabalhou no Cairo na Ford Foundation, uma organização sem ânimo de lucro que promove a democracia e o desenvolvimento humano, como diretora do programa de governo e cooperação internacional.

Até então, as relações entre EUA e Síria foram desintegradas e Washington chamou o seu embaixador em Damasco. “A oposição síria começou a receber dinheiro estadunidense depois de que George W. Bush congelasse de fato os vínculos políticos com Damasco em 2005”, escreve ‘The Washington Post’.

Em setembro de 2005 Kodmani foi nomeada conselheira geral de Arab Reform Initiative (Iniciativa para uma Reforma Árabe), um programa de investigação política lançado pelo Conselho de Relações Exteriores (CRE), um poderoso grupo de pressão dos EUA.

O projeto goza do apoio da elite dos serviços secretos e do setor banqueiro estadunidense, ao que se junta a supervisão financeira do Center for European Reform, com sede em Londres e vínculos com o mundo banqueiro, diplomático, industrial e da espionagem britânica.

Ademais, Kodmani conta com credenciais impecáveis na diplomacia internacional: ocupa o cargo de diretora de investigação da Academia Internacional Diplomática, uma instituição independente encabeçada por Jean-Claude Cousseran, ex-chefe da inteligência estrangeira da França.

Radwan Ziadeh é o diretor para relações exteriores do CNS. Também é membro do US Institute of Peace, um centro de estudos em Washington financiado pelo Governo estadunidense. Em fevereiro passado se uniu aos representantes da elite política estadunidense que assinaram uma carta dirigida à Obama solicitando uma intervenção na Síria.

Especialistas em relações públicas

Ausama Monajed costuma aparecer como especialista em programas televisivos. Também possui um blog em ‘The Huffington Post UK’ e não trata de suavizar seus comentários: “Vemos a civís massacrados, crianças assassinadas e mulheres violentadas na tela da televisão todos os dias”.

Monajed é assessor do presidente do CNS e o fundador de Barada Television, uma cadeia opositora com sede em Londres.

Em 2008 esteve em Washington, entre os convidados a um almoço com George W. Bush.

No ano passado o ‘The Washington Post’ citou vazamentos de correspondência diplomática divulgadas por WikiLeaks que apontam que o Departamento de Estado assignou ao menos 6 milhões de dólares para o canal Barada e outras atividades na Síria através do Movimento para a Justiça e Desenvolvimento, com sede no Reino Unido.

Monajed possui vínculos estreitos com Michael Weiss, um dos mais citados especialistas ocidentais sobre Síria e um veemente partidário da intervenção militar no país árabe. É diretor para relações públicas em Henry Jackson Society, um centro de estudos sobre política estrangeira com sede em Londres.

Ausama Monajed
Monajed é também o chefe da Hamza Fakher, especialista em relações públicas frequentemente citado como fonte fidedigna sobre os crimes do regime de Al-Assad.

“Estão vendendo a ideia de intervenção militar e mudança de regime que os principais meios têm ânsias de comprar”, escreve ‘The Guardian’.

Considerando os vínculos que os líderes opositores possuem com Washington e Londres, ou seja, os que realizariam a intervenção, o jornal deduz que “a informação e estatística dessas fontes não são necessariamente notícias senão uma campanha publicitária, uma campanha relações públicas”, acrescenta o periódico.

Contagem de vítimas desde o Reino Unido

Para apresentar uma intervenção como “inevitável” se enumeram nos meios várias atrocidades, bombardeios e violações de direitos humanos presuntamente cometidos pelo regime de Al-Assad.

Como fonte de uma avalanche destes dados destaca o Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede no Reino Unido. É muito difícil encontrar um meio que não o cite. Mas que são? “É Rami Abdulrahman, que reside em Coventry”, Reino Unido, escreve ‘The Guardian’.

“Quando não responde às chamadas dos meios internacionais, Abdulrahman está en sua loja de roupa que gerencia com sua esposa, localizada a poucos minutos de sua casa”, segundo um informe da Reuters em dizembro passado.

Não há escassez de notícias sobre o conflito na Síria. Porém, enquanto não se divulgam as fontes de informação, a máquina da guerra informática vai ganhar terreno. Mas a democracia que publicitam os inimigos do “autoritário” regime de Al-Assad de nenhuma forma garantem que no caso de sua queda o país continue independente.

Fonte: RT




sexta-feira, 13 de julho de 2012

Notícias sobre a crise síria

As tropas governamentais sírias perseguem os combatentes da oposição que tentam penetrar em território sírio provenientes da Turquia e do Líbano. A oposição acusa as autoridades sírias de violência sobre a população civil da localidade de Tremseh. Estas são as últimas informações vindas da Síria.
Foto: EPA
Novo massacre na Síria

Na quinta-feira, as forças governamentais barraram a passagem de combatentes que pretendiam penetrar no país vindos da Turquia e do Líbano. Estes sofreram perdas significativas e foram obrigadas a recuar.
Entretanto, os combates mais violentos tiveram lugar na localidade de Tremseh, na província rebelde de Hama. Os oposicionistas e defensores de direitos humanos afirmam que a violência provocou mais de 250 mortos.
No entanto, é praticamente impossível confirmar o número de vítimas através de fontes independentes. Segundo os dados dos rebeldes, de início, as tropas governamentais líbias bombardearam a aldeia, depois nela teriam entrado grupos paramilitares pró-governamentais que teriam eliminado todos os que eram contrários à política do presidente Assad. A televisão oficial síria, por outro lado, afirma que os assassinatos de pessoas em Tremseh foram obra de terroristas armados.
As informações sobre armas químicas que os militares do Exército sírio teriam alegadamente retirado dos depósitos são bastante contraditórias. Isto mesmo escreve o jornal americano World Street Journal, citando altos funcionários anónimos americanos.
Estes afirmam que Damasco se pode decidir a utilizar esta arma contra os rebeldes ou contra a população civil. Ao mesmo tempo, há quem diga que Bashar Assad, possivelmente estará apenas tentando esconder tais armas dos inimigos internos e dos serviços secretos ocidentais.
Seja como for, a escalada da crise síria e a repetição do cenário líbio fazem aumentar a probabilidade de as armas químicas proliferarem. Na quinta-feira, Moscou alertou novamente o Ocidente para isso. Tal fato pode perfeitamente acontecer se a missão de observadores for retirada da Síria. O seu mandato termina a 21 de julho e a Rússia é a favor da sua prorrogação, conforme sublinha Irina Zviagelskaya, investigadora do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia.
"Não tenho a certeza que esta missão possa ter uma influência dissuasora mas os observadores podem prestar alguma informação objetiva sobre o que se passa na Síria, ajudar a perceber quem tem a responsabilida de por estas ou aquelas ações. Acontece que, em uma situação de guerra civil, não é possível obter dados objetivos estando fora do país."
Moscou não exclui que os países ocidentais, que insistem no fim da missão de observadores da ONU, possam estar a preparar o terreno para uma repetição do cenário líbio.
A principal discussão sobre este tema deverá ter lugar na próxima semana no Conselho de Segurança. Será discutida a resolução sobre a Síria proposta por uma série de países ocidentais. A Rússia e a China são contra o documento.


Sobre o massacre apontado pela oposição síria:
Governo dá outra versão sobre o massacre.
Foto: EPA

Se alterou a versão oficial sobre massacre na Síria
O porta-voz do comando do exército governamental sírio apresentou, no dia 13 de julho, uma nova versão dos acontecimentos na povoação de Tremseh onde, segundo comunicaram habitantes locais, no dia 12 de julho foram mortas cerca de 200 pessoas.

Damasco assumiu a responsabilidade da operação de Tremseh, mas sublinhou que todos os mortos são terroristas e bandidos e que não há civis entre as vítimas.
A posição oficial na manhã de dia 13 de julho era de que os civis de Tremseh foram mortos por “bandos armados” que irromperam na cidade.

Fonte: http://2012umnovodespertar.blogspot.com.br/2012/07/mais-algumas-noticias-sobre-crise-siria.html




domingo, 1 de julho de 2012

Mídia ocidental deturpa fatos sobre acontecimentos na Síria


A mídia ocidental deturpa a informação sobre os acontecimentos na Síria, silenciando fatos e publicando informações nada fidedignas sobre o desenrolar do conflito interno, nesse país, declarou este domingo, em Damasco, Faisal Mekdad, vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, no encontro com uma delegação da Câmara Social da Federação da Rússia.

O vice-ministro sírio frisou também que neste momento seu país “resiste a uma conspiração estrangeira de grande envergadura”.

Em nome da liderança síria, Mekdad agradeceu à liderança russa seu apoio à Síria, ao destacar as estreitas relações existentes entre os povos dos dois países amigos. Ele confirmou também o respeito, por Damasco, dos compromissos relativos à implementação do “plano Annan”.

O Estado-Maior General da Turquia declarou ter em sua disposição os dados dos radares, que “confirmam o abatimento, pela Síria, do caça turco em 22 de junho, na zona internacional”. Segundo se diz no comunicado do EMG, o comando considerou necessário voltar a declará-lo em consequência do aparecimento, na imprensa estrangeira, de informações diversas sobre o incidente.

Segundo o EMG turco, o caça, estando de regresso, após ter sobrevoado sistemas de radar, “violou o espaço aéreo sírio durante cerca de 5 minutos”. Os dados dos radares provam que durante seu vôo no espaço aéreo sírio nenhumas ações contra ele foram empreendidas pelos sírios.

A Síria declara que o caça turco estava sobre as águas territoriais sírios.

Fonte: Voz da Rússia 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Presidente Bashar Al Assad declarou guerra na Síria


O presidente da Síria Bashar Assad declarou, que o seu país está no estado de guerra, informa a corporação britânica de rádio e televisão BBC.

Ontem nos arrabaldes de Damasco iniciaram batalhas ferozes entre o exército sírio e os rebeldes.



Assad exigiu ao novo gabinete do governo fazer todos os esforços para vencer.

Ambos os lados do conflito comunicam sobre dezenas de vítimas – tanto nas batalhas perto de Damasco, quanto por todo o país.


Nota do blog: O mapa promovido pelos Globalistas para a Nova Ordem Mundial, dividido em 10 supernações (imagem abaixo) está tomando forma cada vez mais. 


 A supernação número 7#, que é formada pelos países do norte da África e Oriente Médio, nunca seria possível sem que primeiro fossem "retirados" os "obstáculos", ou seja, países como a Líbia, em que um ditador bem entrincheirado jamais abriria mão de sua soberania para a formação da Nova Ordem Mundial, precisam ser depostos ou mesmo assassinados como foi o caso de Muamar Kadafi.

 A Primavera Árabe não passa do esforço da Elite Mundial para subjugar tais países que não aderem a Nova Ordem Mundial e estabelecer um cenário favorável para a formação desta nova supernação.

 Agora vemos a mesma situação que se passou na Líbia, se passar na Síria : os "rebeldes" (assim ditos pela mídia) que não passam de mercenários muçulmanos contratados para exterminar civis, a mídia manipuladora fazendo acusações falsas, os Bancos Internacionais causando um colapso econômico dentro do país e a OTAN e demais órgãos internacionais  enviando tropas para destruir um governo que nem sequer é merecedor de tudo isso.

 Podemos esperar para 2012 e próximos anos uma drástica mudança no cenário mundial.

 Mais uma vez vale lembrar o que o profeta escreveu a 2500 anos atrás:

 - Sentença contra Damasco. Eis que Damasco deixará de ser cidade e será um montão de ruínas. As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos, que aí se deitarão sem haver quem os espante. A fortaleza de Efraim desaparecerá, como também o reino de Damasco e o restante da Síria [...] Isaías 17 1 - 3

 E podemos ver que ele se refere aos últimos dias, como ele escreve nos próximos versos:

  - Mas ainda ficarão alguns rabiscos (refere-se ao povo judeu), como no sacudir da oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, e quatro ou cinco nos ramos mais exteriores de uma árvore frutífera, diz o SENHOR, Deus de Israel. Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel. Isaías 17. 6 - 7

terça-feira, 26 de junho de 2012

Mobilização da Turquia : Manipulação da Mídia, provocação ou Realidade?

No rescaldo da recente escalada de tensões entre a Turquia e a Síria, segundo o qual a Síria foi acusada de comportamento hostil para atirar e derrubar um avião de caça turco que supostamente passou pelo menos 5 minutos em seu espaço aéreo, hoje foi um dia calmo.  Pelo menos até recentemente, vimos o filme seguinte em um clipe carregado para o YouTube.  Supostamente, a Turquia enviou reforço de tropas para a fronteira com a Síria, após o aviso de Erdogan que os soldados se aproximam da fronteira serão tratados como alvos, o clipe explica, citando o diário turco Zaman e a agência de notícias Cihan. Isto  não  é verificado, nem se  confirma a afirmação de que 15 veículos militares, incluindo tanques e canhões, foram enviados para a fronteira de Diyarbakir.

  Nós estamos céticos em relação à validade do referido especialmente desde hoje cedo a Rússia disse que as filmagens da Síria terça-feira do abate de um avião turco não devem serem  vistas como uma provocação e alertou as potências mundiais contra o uso do incidente para pressionar por medidas mais enérgicas contra Damasco. Foi a primeira reação oficial de Moscou, que deixou bem claro que a Rússia não vai apenas ficar de braços cruzados à espera que a OTAN unilateralmente tome uma decisão de punir a nação do Oriente Médio por se atrever a se defender. Mas, novamente, isso pode ser apenas uma interpretação errônea da determinação da Rússia, em colaboração com a China, para defender seus próprios interesses estratégicos nacionais.
  Finalmente, por que estamos preocupados isso pode muito bem ser uma provocação, mas em outra direção, é que a "notícia" apenas deste desenvolvimento que se vem do Times of Israel : um meio de comunicação que os comerciantes entre vocês pode dizer que são "eixos" vis-à-vis  a um resultado particular.
Um grande número de soldados turcos - incluindo pelo menos 15 peças de artilharia de longo alcance e tanques - mudou-se para a fronteira síria da cidade oriental de Diyarbakir.  Um vídeo publicado pela Agência de Notícias turca Cihan mostrou tanques turcos sendo transportados por caminhões de transporte em direção à fronteira.
  A mobilização seguiu declarações do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan que o exército turco irá responder a qualquer violação futuro da sua fronteira síria por elementos militares.
  "Como inspiradora como a amizade da Turquia o é, a ira da Turquia é igualmente inspiradora", disse Erdogan no Parlamento turco na terça-feira.
"As regras de engajamento das Forças Armadas Turcas mudaram", disse Erdogan. “"Qualquer elemento militar que se aproxima da fronteira turca da Síria representa um risco de segurança e o perigo vai ser considerado como uma ameaça e tratado como um alvo militar."
  Erdogan fechou seu discurso com uma condenação, especialmente dura ao presidente sírio, Bashar Assad: "A Turquia e o povo turco continuará a prestar todo o apoio até que o povo da Síria seja salvo a partir deste tirano, ditador, assassino sanguinário e sua gangue."
Vamos acompanhar os desenvolvimentos reais em torno deste surto recente de risco geopolítico, e manter os leitores atualizados.

Fonte: http://2012umnovodespertar.blogspot.com.br/

Assad diz que Síria está em 'situação de guerra'

O presidente da Síria, Bashar Assad, declarou nesta terça-feira que seu país está numa "real situação de guerra", após 16 meses de um levante contra seu governo.

"Estamos testemunhando uma real situação de guerra", disse ele segundo a agência estatal de notícias Sana durante uma reunião do novo gabinete sírio. "Quando se está numa situação de guerra, todas as políticas e capacidades devem ser usadas para assegurar a vitória", disse ele.

Forças da Guarda Republicana síria entraram em confronto com rebeldes nas proximidades de Damasco nesta terça-feira, numa das batalhas mais intensas envolvendo essas força especiais desde o início do levante contra Assad, afirmaram ativistas.

Os confrontos tiveram início perto do alojamentos e bases da Guarda Republicana nos subúrbios de Qudsaya e Hammah, a cerca de oito quilômetros da capital Damasco, informou o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos. De acordo com o grupo, seis pessoas morreram.

A Guarda Republicana, que é comandada pelo irmão mais novo de Assad, Maher, é encarregada de proteger a capital, onde o poder do regime está concentrado. Os confrontos sugerem que os rebeldes estão ficando mais ousados.

Confrontos costumam acontecer nos subúrbios, mas as forças de Assad têm o controle de Damasco e é muito raro haver embates perto das bases da Guarda Republicana. Não está claro o que deu início aos distúrbios ou a que distância das bases da Guarda eles aconteceram.

Assad tem enfrentado uma onda de deserções nos últimos dias, dentre elas as de oficiais militares graduados que fugiram para a Turquia. Mas, apesar do aumento das deserções de alta patente, o círculo interno de Assad permanece praticamente intacto.

A agência Sana confirmou a ocorrência de confrontos na área e afirmou que dezenas de homens armados atacaram civis e tropas do governo em Hammah. A Sana disse que as tropas combateram os atacantes, dentre os quais havia combatentes estrangeiros, matando dezenas deles e detendo outros, além de confiscar rifles automáticos, lançadores de granadas e uma grande quantidade de munição.

O Observatório e os Comitês de Coordenação Locais (CCL), outro grupo ativista, disseram que tropas invadiram o bairro de Barzeh, em Damasco, com veículos blindados e mataram pelo menos uma pessoa. Os grupos também relataram intensos bombardeios na cidade de Deir el-Zor, onde pelos menos cinco pessoas morreram. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

domingo, 17 de junho de 2012

Rússia envia mísseis anti-aéreos e anti -navios a Síria e sua frota de navios vai para o porto de Tartus

Moscou está usando o tempo até o presidente russo, Vladimir Putin enfrentar o  presidente dos EUA, Barack Obama do outro lado da mesa de reunião do G20 em Los Cabos, no México  neste domingo 17 de junho - ou em seus corredores - para enviar armas sofisticadas e uma frota de navios de guerra para o porto Mediterrâneo de Tartus para a Síria capazes de evitar uma zona de exclusão aérea e Enquanto as fontes do Pentágono na  sexta-feira divulgou a abordagem de um "pequeno contingente" de navios de guerra russos para Tartus,  fontes militares e de inteligência informaram ao DEBKAfile que descobriram que a posição para a base russa neste porto sírio é uma frota russa que inclui Ropucha sapo ou Projeto de pouso classe 775 de  -veículo aquático munido de fuzileiros russos. Cada embarcação pode transportar 250 funcionários marítimos e 500 toneladas, além de veículos blindados.E voando são transportes aéreos russos que estão tocando baixo na Síria no rolamento  de bases aéreas de acordo com nossas fontes, uma variedade de munições sofisticadas para o exército sírio: avançados Pantsyr-S1  mísseis anti-aéreos russos capazes de atingir caças-bombardeiros voando em uma altitude de 12 quilômetros e mísseis de cruzeiro, auto-propelido de médio alcance anti-aéreos e mísseis Buk-M2(codinome OTAN SA-11). Eles são capazes de abater aeronaves que voam a uma altitude de 14 quilômetros e velocidade de Mach 32, e baseadas em terra, mísseis Bastion anti-navios que podem atingir embarcações à vela de 300 quilômetros mar adentro.
A Rússia está, numa palavra, fornecendo  a Bashar Assad, seu regime e  a seu exército, com as mesmas armas que podem ser necessárias para afastar os esforços aéreas ocidentais e árabes para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Síria, enquanto ao mesmo tempo, permitindo-lhe repelir ataques por via marítima por seus inimigos do Mediterrâneo.Desde unidades sírias que não foram treinadas na utilização dessas armas avançadas, serão muito provavelmente treinados por equipes   técnicas russas para operá-las - ainda que seria apresentado como "instrutores".Os russos não estão  mais tentando esconder a sua intervenção militar na Síria, em apoio ao regime de Assad.Sexta-feira, 16 junho, Anatoly P. Isaykin, diretor da Rosoboronexport (a autoridade estatal russa de exportação de armas) disse abertamente: eu gostaria de dizer que estes mecanismos são meios muito bons de defesa, uma defesa confiável contra ataques do ar ou mar. Esta não é uma ameaça, mas quem está planejando um ataque deve pensar sobre isso. "No dia seguinte, sábado, uma fonte no Estado-Maior Geral russo disse à Itar-Tass agência de notícias do governo",  que vários navios de guerra da Frota russa do Mar Negro, incluindo grandes navios de desembarque com os fuzileiros navais a bordo, estão totalmente preparados para agir  e ir para o mar em caso necessário de se  proteger a base logística russa em Tartus, na Síria, uma vez que é uma zona de responsabilidade da frota. "
Fontes DEBKAfile em Washington, Moscou e no Golfo Pérsico esperam que os presidentes da Rússia e dos EUA  se reunam no decurso da cimeira do G20 para uma reunião que vai determinar ou não o se s EUA e seus aliados europeus e árabes a vão vançar com a sua intervenção militar planejado na Síria.Acordo entre os dois presidentes em suas políticas  sobre e o Irã poderiam prender esse plano,  e que a sua falta de acordo vai acelerar o seu ritmo.


Contagem regressiva para ataque sionista à Síria



Imagem: internet
Artigo original: Not ‘if’ but ‘when’: US intervention in Syria on countdown
Uma delegação da oposição síria informa que está em negociações com autoridades norte-americanas sobre as metas que eles querem para atacar e enfraquecer o governo sírio e os braços que querem America para fornecer a fazê-lo. A operação “Líbia lite” na Síria pode ser iminente.
O funcionário dos EUA não identificado teria dito que “a intervenção vai acontecer. Não é uma questão de ‘se’, mas ‘quando’.”
A delegação do Exército sírio Livre se reúne com embaixador dos EUA na Síria Robert Ford e perito do Departamento de Estado sobre a Síria, Fred Hof, de acordo com um relatório da DEBKAfile, um site de notícias israelense, o que é considerado a ter fortes laços com a comunidade e inteligência.
Os rebeldes sírios trouxeram com eles duas listas para a aprovação norte-americana. Uma delas é a de alvos na Síria que eles querem atacar a no governo do presidente Assad. O segundo é uma lista de armas pesadas que eles precisam para realizar os ataques, diz o relatório.
DEBKAfile disse que a administração Obama está muito perto de dar a luz verde para o embarque de armas, a maioria dos quais já foram compradas pela Arábia Saudita e Qatar.
Os EUA também está perto de decidir sobre o formato de sua própria operação militar na Síria, a fonte do site descrito como “a Líbia lite” – uma versão em pequena escala da zona de exclusão aérea e ataques aéreos realizados por forças da OTAN na Líbia , que resultou na queda de seu líder, Muammar Gaddafi.
No início um alto militar dos EUA disse à imprensa americana que o Pentágono concluiu planos de contingência para uma possível operação na Síria.
A seguir os observadores da ONU saem da Síria, devido à nova onda de violência no país. O chefe da missão disse que nenhum dos lados do conflito estava disposto a observar o cessar-fogo por mais tempo, o que colocou o pessoal da ONU em risco.
Alguns relatórios sugerem que a pausa na guerra ajudou a oposição síria para comprar novas e melhores armas com o dinheiro recebido dos patrocinadores na Arábia Saudita e Qatar.
Fonte: RT

Comentário do blog:
E aí está, o lobby judaico-sionista controlando os EUA e financiando mercenários de vários países, principalmente do Qatar para derrubar Assad, invadir o país, aniquilar o povo sírio e pilhar o Petróleo, Gás e passar o controle do Banco Central à família nazi-sionista Rothschild.
Já não se acanham em esconder que eles estão armando e financiando mercenários para aplicar um golpe de estado na Síria. E mesmo assim, a campanha mentirosa nas emissoras de TV continua. Diariamente divulgam que “Assad ataca seu povo”, que “Assad mata os rebeldes”, quando a verdade é outra!
As armas químicas que existiam na Líbia estão na posse agora dos mercenários financiados por Israel-EUA-OTAN e já estão planejando usá-las contra a população síria, para colocar o povo contra Assad e ao mesmo tempo lançar na mídia que foi Assad quem usou as armas químicas e atacou seu povo. Esta é a farsa que em breve o mundo inteiro provávelmente verá pelas emissoras de TV.
Próximo passo, atacar o Irã fabricando mais mentiras na mídia corporativa, afinal, esta tática deu certo com o Iraque, Afeganistão, Líbia e Síria. Ninguém percebe o que está acontecendo no mundo? Ninguém percebe que os países ricos em petróleo e gás estão um a um sendo invadidos através de mercenários, invasão militar direta com o apoio de emissoras e jornais de grande circulação? Pergunte-se agora se Brasil e Venezuela não estão na lista de países a serem invadidos.
Há pouco recebi a notícia de que a BP anunciou que a Venezuela possui as maiores reservas de petróleo no mundo. O que isto significa? Que Hugo Chávez será o próximo Saddan Hussein, o próximo Kadhafi, o próximo Assad a ser derrubado. E uma guerra contra a Venezuela é um ataque contra a América Latina inteira!
Vamos acordar para a realidade ou vamos fingir que é tudo “teoria da conspiração”?
Futuro da humanidade?
Digamos que a vida de  mais de 7 bilhões de pessoas estão nas mãos do “povo escolhido por Deus”, aqueles que consideram a humanidade apenas “escravos” e “animais”.
Para quem nao está informado, os EUA é totalmente controlado pelo lobby judaico AIPAC, pois são eles que financiam campanhas milionárias para colocar o presidente marionete que eles querem.
Obama é apenas um marionete que trabalha para movimento sionista israelense.


Comentários aki do blog guerreirosdeyah: Simplesmente disse tudo e mais um pouco, só reforçando a ideia que tá na hora de desligarmos a TV e irmos pesquisar mais um pouco; Vejam esse vídeo do povo sírio apoiando Assad :



sábado, 16 de junho de 2012

Movimento no Oriente Médio - Regime Sírio pode estar chegando ao fim


Guerra se aproximando e o cenário está praticamente formado !

ATENÇÃO: Não leia este artigo como se isto fosse uma profecia, não, é apenas um artigo informativo, pois só Deus sabe o dia de amanhã

E para quem acredita em Deus:

"Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas."
Isaías 17:1


Observe que  a Profecia é para o futuro, próximo a tribulação e vinda de Jesus:


"Naquele dia atentará o homem para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel."
Isaías 17:7

"Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas."
Isaías 17:12

Esta Profecia não foi cumprida ainda, pois Damasco está lá até hoje, então se você acredita em Deus pode mudar sua opinião quando esta profecia se cumprir, ainda que isso possa demorar mais alguns meses ou até anos, pois tudo acontece ao seu tempo ...

O presidente sírio, Bashar al-Assad está preparando uma grande ofensiva nos próximos dias contra a oposição visando o seu regime, uma fonte do governo sírio confirmou

A fonte disse a WND ontem, Assad foi advertido pela Rússia que, se a contra-insurgência que vem alvejando a oposição não for bem-sucedida nos próximos 4-6 semanas, a Síria deve estar preparada para uma guerra

A fonte não disse se a possibilidade de uma guerra, se refere a uma expectativa russa de intervenção internacional na Síria

A informação vem depois da secretária de Estado Hillary Clinton ontem acusou a Rússia de enviar helicópteros para a Síria para uso em operações anti-posições rebeldes em toda a Síria

"Nós entramos em oposição contra os russos sobre parar de enviar seus embarques contínuos de armas para a Síria", disse Clinton. "Eles têm ,muitas vezes,  dito que não devemos nos preocupar e tudo o que eles estão enviando não está relacionada às suas ações [do governo sírio] internamente. Isso para nós é claramente uma declaração falsa"

Continuação de Clinton: "E nós estamos preocupados com a última informação que temos que existem helicópteros de ataque no caminho da Rússia para a Síria, que irá escalar o conflito de forma bastante dramática"
Também ontem, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Victoria Nuland, ecoou preocupações do enviado da ONU, Kofi Annan de que um massacre está sendo organizada contra a oposição síria



Um ataque anterior contra civis no bairro sírio de Houla viu 108 pessoas, incluindo 49 crianças, alegadamente executados à queima-roupa em 25 de maio. A comunidade internacional rapidamente culpou as forças de Assad para o massacre (COMO SEMPRE)

Este fim de semana passado, o diário alemão, o Frankfurter "Allgemeine Zeitung", citou fontes que afirmam o massacre Houla foi efetivamente cometido por militantes anti-Assad sunitas. (veja mais no blog Um Novo Despertar- Jornal alemão diz que autores do massacre na Síria foram milicianos sunitas anti-Assad )

Imediatamente após o massacre, informou WND, a Síria apresentou às Nações Unidas e aos EUA informações  de que era um grupo afiliado à Al-Qaida, armado pela Turquia, que matou os civis em suas casas em Houla, segundo informou funcionários de segurança do Oriente Médio

A comunidade internacional amplamente condenou a Síria, prendendo a culpa pelo massacre em Houla, ás forças que atuam sob a direção do regime de Assad (COMO SEMPRE)

Várias vezes o regime de Assad afirmou que a al-Qaeda estava por trás de uma série de ataques atribuídos a forças sírias

Mês passado, a Síria disse que prendeu 26 “terroristas estrangeiros” ligado a Al-Qaeda, incluindo um Jordaniano

O massacre promovido intensificou a opinião pública contra Assad (embora Assad não tenha cometido o massacre), levou à intensificação das chamadas pela oposição para o uso da força militar para derrubar o regime sírio

Síria declara que um elemento armado terrorismo está por trás do massacre

Duas semanas atrás, um oficial de segurança egípcio disse a WND que há uma crescente colaboração entre a oposição síria e al-Qaeda , bem como a evidência de que a oposição está enviando armas para os jihadistas no Iraque

O oficial militar disse a WND que o Egito tem relatos de colaboração entre a oposição síria e três braços da Al-Qaeda:

Jund al-Sham, que é composta por militantes da Al-Qaeda que estão na Síria, Palestina e Libanesa;

Jund al-Islam, que nos últimos anos se fundiu com Ansar al-Islam, um grupo extremista sunita de iraquianos operando sob a bandeira da Al-Qaeda;

Jund Ansar al-Allah, um grupo al-Qaeda com sede em Gaza ligados a campos de refugiados palestinos no Líbano e na Síria.

Fonte: WND

Atualização:
SITE ÁRABE ANUNCIA EXERCÍCIOS MILITARES ENTRE SÍRIA, CHINA, RÚSSIA E IRÃ

O anúncio das maiores manobras na Síria com a participação da Rússia e da China e do Irã





De acordo com relatos da mídia de que a Síria, Rússia, Irã e China irão realizar exercícios no início do mês de julho em território sírio por mar e ar e manobras no solo é chamado Pólo Grande

Informações preliminares confirmam que o Ministério da Defesa chinês recebeu aprovação das autoridades responsáveis ​​pelo Canal de Suez para transportes de equipamentos militares e chegará durante a última semana do mês de Junho e pela primeira vez às margens do Tartus

Informações indicam que estas manobras vão participar mais de 90 mil soldados, além de cerca de 400 aeronaves e caças e cerca de 900 tanques. As manobras serão o maior na história do Oriente Médio

Fonte: Baladna News






Síria: Preparando-se para a batalha ao longo da fronteira com a Turquia

A Força Aérea Síria está preparando bombardeios como parte de sua luta contra insurgentes e terroristas ao norte de Aleppo. Estes dias, o Exército sírio está ocupado se preparando para a luta prolongada para impedir o estabelecimento de uma zona de guerra da cidade do noroeste de Hafeh, para Hassakeh, no nordeste. Como um dos primeiros alvos, as áreas ao redor de Aleppo estão sob escrutínio, envolvendo uma implantação militar enorme. Mais operações militares é devida em Idlib e Hafeh

Fonte: RT





Israel pode usar força militar "para proteger" arsenal químico da Síria

O exército israelense está pensando em usar força militar para impedir que os estoques da Síria guerra alegados químicos caiam nas mãos do Hezbollah ou à Al-Qaeda. Tel-Aviv acredita que Damasco não é mais capaz de garantir o seu arsenal

Na segunda-feira o major-general israelense Yair Naveh, chefe militar do país, advertiu que a Síria poderia representar uma ameaça para Israel com suas armas químicas. Ele declarou que a Síria tem "as maiores arsenais de guerra química do mundo", e advertiu que o regime de Assad poderia "tratar-nos da mesma forma como tratam os seus próprios povos"

O chefe do Comando Norte de Israel responsável pela frente que faz fronteira com o Líbano e a Síria, o major-general Yair Golan, advertiu que o regime de Assad poderia passar suas armas químicas para o Líbano baseada Hezbollah se o regime do presidente Bashar al-Assad desmorona sob o militante ataques que duraram mais de um ano.

Fonte: RT

Oficial dos EUA: Rússia envia tropas para a Síria
Jim Miklaszewski, NBC, relata que um navio militar russo carregando tropas está a caminho para a Síria de proteger um porto de águas profundas russo



Rússia envia tropas armadas para a Síria em meio a escalada de violência, funcionários militares dos Estados Unidos disseram à NBC News nesta sexta-feira, em um certo movimento para frustrar os esforços ocidentais para colocar pressão sobre o regime do presidente Bashir Assad

Moscou enviou um navio que transportava um pequeno contingente de forças de combate para proteger um porto da Rússia em águas profundas e uma base militar na cidade síria de Tartus, segundo as autoridades norte-americanas.
As autoridades norte-americanas também disseram que a Rússia não enviou helicópteros de ataque adicionais para o governo sírio, mas peças de reposição para os helicópteros russos e os sírios já estão voando

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Invasão à Síria está se aproximando. CNN diz que Pentágono irá atacar o regime de Bashar al-Assad


CNN informa esta tarde que o Pentágono concluiu planos para atacar a Síria e com força depor seu líder, Bashar al-Assad, sob a cobertura de segurança de armas de destruição em massa e prevenir "violência sectária" que tem fomentado através do apoio e treinamento do Exército sírio grátis .


"Os militares dos EUA completaram o seu próprio planejamento de como as tropas americanas vão realizar uma série de operações contra a Síria, ou para ajudar os países vizinhos na ação do evento foi ordenado, os funcionários dizem CNN."

CNN diz que o Pentágono "finalizou a sua avaliação de que tipos de unidades seriam necessários, quantos soldados, e até mesmo o custo de certas operações potenciais."

"Há uma sensação de que se a violência sectária na Síria cresce, ela poderia ser pior do que aquilo que vimos no Iraque", disse um funcionário do governo Obama não identificada disse à CNN.

O plano de ataque é semelhante ao utilizado contra a Líbia:

O planejamento militar inclui um cenário para uma zona de exclusão aérea, bem como sites que protegem químicas e biológicas. Autoridades dizem que todos os cenários seria difícil de aprovar e envolvem um grande número de tropas norte-americanas e operações prolongadas.

CNN revela que os Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm discutido o ataque, que eles descrevem como "cenários de contingência", e ter treinado especificamente para uma intervenção militar. Eles são também "partilha de informações sobre o que está acontecendo na Síria com os países vizinhos, incluindo a Jordânia, Turquia e Israel."


Em dezembro, Sibel Edmonds relatou que "grupos militares estrangeiros, estimados em centenas de indivíduos," tinha tomado posições na cidade de al-Mafraq, no norte da Jordânia, na fronteira com a Síria. As tropas chegaram a partir da base aérea Ain al-Assad no Iraque e um avião dos EUA carregando militares desembarcaram na base aérea Príncipe Hassan localizado a cerca de 100 km a leste da cidade de al-Mafraq.

CNN cita três funcionários do Departamento de Defesa como afirmando que "as forças especiais norte-americanas estão treinando e aconselhando tropas jordanianas sobre uma série de tarefas específicas de militares que possam precisar para realizar se a agitação na Síria transborda para a Jordânia ou representa uma ameaça a esse país."

Os oficiais disseram que "a preocupação da Jordânia de segurança importante é que se o regime sírio foram, de repente, entrar em colapso, então ele teria de enfrentar a agitação em sua fronteira norte, bem como a possibilidade de os fluxos de refugiados, o contrabando de armas para a Jordânia, e desordem potencial químico da Síria e armas biológicas complexas. Jordan também está pensando em como e onde potencialmente criar bases de assistência humanitária dentro de suas fronteiras, uma outra matéria os EUA está assessorando-o. "

O pretexto para o ataque contra a Síria é só lembrar o pretexto elaborado e transparente falso utilizado antes da invasão do Iraque:

Os satélites americanos estão monitorando a química e os locais de armas biológicas em torno do relógio, e até agora "não há razão para acreditar que eles não são seguros", uma das autoridades norte-americanas.

Os EUA acredita que as instalações são vigiados por alguns dos soldados de elite alauíta mais leais a al-Assad. Mas o funcionário observou que as forças de oposição parecem estar ganhando força em algumas áreas, e que os Estados Unidos, Jordânia e os aliados temem que, como a quantidade de al-Assad encolhe território controlados, algumas dessas instalações críticas poderia ser aberto a ataques furto, ou os esforços de grupos terroristas para comprar o material ....

A avaliação global por os EUA é que, no caso de alguma ação teve que ser tomadas para garantir químico sírio, instalações biológicas ou armas, as tropas de algum país teria que entrar na Síria, em questão de horas.

Em 11 de junho, Tony Cartalucci citou um relatório RT indicando que uma falsa bandeira "envolvendo rebeldes sírios implantação armas químicas obtidos na Líbia contra civis sírios, em seguida, culpando o governo sírio para o evento vítimas em massa" seriam usados ​​como um casus belli para intervir.

O Pentágono não revelou uma linha do tempo sobre a intervenção planeada, mas considerando a quantidade de informações detalhadas liberado para sua mídia confiável ativo CNN é provável que o ataque virá em questão de dias ou semanas, em vez de meses.

 Fonte: Infowars




quinta-feira, 31 de maio de 2012

Síria volta a dividir Conselho de Segurança da ONU


Foram ouvidos peritos da ONU acerca do fusilamento de mais de 100 sírios na aldeia de Al Houla, perto de Homs. Também foi vinculada a informação que, no distrito de Deir ez-Zor, foram encontrados os corpos de 13 sírios executados com as mãos amarradas.

Os pormenores de sessão e as conclusões não foram divulgadas. Entretanto, sabe-se que uma série de países ocidentais difundiram a ideia de reforçar as sanções contra a Síria devido à escalada de violência que se vive naquele país, o que foi contestado pela Rússia. Anteriormente, já o MRE chinês tinha declarado que as sanções só iriam agravar a crise na Síria.

Depois da sessão reservada, a representante permanente dos EUA Susan Rice não excluiu a possibilidade de contornar o Conselho de Segurança da ONU no caso de insucesso do plano de paz de Kofi Annan, tendo declarado que atualmente trata-se do cenário mais provável. Essa declaração foi comentada por Andrei Volodin, representante da academia diplomática russa:
"Nesse contexto, gostaria de colocar uma questão a Susan Rice. Como iria essa intervenção refletir-se na campanha presidencial de 2012? Ao iniciar ações militares, a elite americana no poder neste momento iria correr grandes riscos. Segunda questão: uma intervenção militar iria quebrar o mosaico das relações existentes no Mediterrâneo oriental. Trata-se não só da Síria, mas também da Turquia e de outros países limítrofes ou próximos. Essa intervenção pode provocar uma onda de conflitos de média e de alta intensidade fora da capacidade de controle do Ocidente."

A melhor forma de evitar cenários catastróficos é tentar cumprir o plano de Kofi Annan, declarou o representante permanente da Rússia na ONU Vitali Churkin, ao comentar depois da sessão a posição dos parceiros ocidentais que admitiram um cenário militar para a resolução do conflito sírio. Entretanto, o diplomata russo considerou como inadmissível a tendência que se vislumbra nos acontecimentos sírios. Esta, segundo afirmou, não trará nada de bom – nem para o governo, nem para a oposição, nem para o povo sírio. Vitali Churkin apelou à tomada de mais avanços corajosos para inverter essa tendência negativa. Essa declaração de Moscou foi comentada pelo analista do Instituto de Estudos Orientais da ACR Vladimir Isaev:

"O apelo a medidas corajosas destina-se , na minha opinião, à oposição. Esta deverá pensar quais são os seus objetivos. Isso porque em todas as entrevistas de representantes da oposição só se ouve uma coisa: Assad deve ir-se embora. Falei muitas vezes com eles e perguntei: muito bem, e depois? Há algum plano? Não há nenhum plano. Digam quais são as personalidades que podem emergir. Também não há resposta. Por isso, essas palavras acerca de avanços corajosos e racionais destinam-se, provavelmente, à oposição síria. Esta deve arranjar coragem, sentar-se à mesa das negociações e resolver normalmente o problema sem o recurso a qualquer tipo de armas."

O representante permanente da Síria na ONU Bashar Jafari declarou que as forças exteriores à Síria pressionam a oposição para que esta se recuse a dialogar com Damasco, apelando à comunidade internacional para que esta ajude a Síria a resolver a crise em vez de contribuir para a sua escalada.

Entretanto, os revoltosos sírios apresentaram um ultimato ao presidente Bashar Assad, dando-lhe 48 horas para a execução do plano de paz de Kofi Annan. O ultimato expira ao meio-dia de sexta-feira. Depois disso, o Exército Sírio Livre, braço armado da oposição, considera-se livre das obrigações que decorrerem do plano do representante especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_05_31/siria-conselho-da-seguranca-situacao/