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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Região de Fukushima já conta com animais mutantes


De acordo com a BBC, um estudo realizado por cientistas japoneses sugere que a fauna presente próximo à região de Fukushima já começa a apresentar mutações devido à exposição ao material radiativo, liberado após o terremoto e posterior tsunami que atingiram o Japão em 2011.

Segundo a publicação, os cientistas encontraram borboletas com severas mutações, principalmente nas asas, sendo observadas anomalias na pigmentação e no tamanho. Outras alterações também foram encontradas em outros órgãos dos insetos, como malformação de antenas, olhos com desenvolvimento irregular e deformação no abdômen e patas.
Borboletas mutantes

Os cientistas coletaram 144 borboletas da espécie Zizeeria maha em 10 localidades diferentes — incluindo Fukushima — apenas dois meses depois do desastre, observando que os espécimes provenientes de áreas que apresentavam maiores quantidades de radiação também apresentavam um maior número de mutações.


Além disso, depois de procriar os insetos em laboratório, os pesquisadores observaram que as mutações genéticas também eram passadas para as seguintes gerações. E, em coletas posteriores, realizadas seis meses após a primeira avaliação, os cientistas descobriram que as borboletas de Fukushima já apresentavam um índice de anomalias duas vezes mais alto do que o observado nos primeiros espécimes estudados.

Os pesquisadores acreditam que esse aumento se deve, provavelmente, ao fato dos insetos consumirem alimentos contaminados, além do material genético alterado, transmitido a partir das gerações atingidas. O mais preocupante é que as anomalias continuam a ser observadas mesmo depois que os níveis de radiação no local tenham diminuído significativamente, indicando que ainda levará um bom tempo até que a área seja totalmente descontaminada.

Fontes: 
http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/28423-regiao-de-fukushima-ja-conta-com-mutantes.htm

http://naoanovaordem.blogspot.com.br/2012/08/regiao-de-fukushima-ja-conta-com.html 

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-19245818 (Inglês)

http://www.nature.com/srep/2012/120809/srep00570/full/srep00570.html(Inglês)

Visto em: Nos Dias de Noé

domingo, 29 de julho de 2012

O que acontece conosco quando somos expostos à radiação?


Depende da dosagem

Na verdade, tudo depende da radiação ionizante. Ela é liberada por reações nucleares, sendo capaz de “arrancar” elétrons de átomos e moléculas, fazendo com que os íons resultantes formem pares extremamente reativos, capazes de danificar as nossas células. Assim, é necessário medir a quantidade de radiação que um organismo vivo pode absorver, o que não é muito! Alguns exames e tratamentos médicos expõem o nosso corpo a pequenas doses de radiação. Para que você tenha uma ideia, a exposição média durante um par de segundos para a realização de um raio-x do abdome libera 0,0014 Gy — ou Grey —, enquanto uma dose de apenas 0,35 Gy faria você apresentar sintomas como dor de cabeça, náuseas, febre e fatiga.

Doses mais elevadas

No caso de doses um pouco elevadas de radiação, entre 1 e 4 Gy, por exemplo, as células do corpo já começam a morrer, fazendo com que você apresente hemorragias (devido à falta de plaquetas), anemia (devido à diminuição de glóbulos vermelhos) e problemas com o seu sistema imunológico (devido à queda na contagem de glóbulos brancos), além de queimaduras de pele, que devem surgir durante as primeiras 24 horas.

Entretanto, apesar da gravidade, ainda é possível reverter o quadro através de transfusões de sangue e da administração de antibióticos. Porém, caso você fique exposto a doses entre os 4 e 8 Gy, a situação se complica. Tais doses podem ser fatais, e a forma como você vai morrer depende de diversos fatores, em um processo que pode demorar várias semanas.

Morte

Com exposições entre os 8 e 30 Gy, você começará a apresentar sintomas severos de náusea e diarreia depois de uma hora, morrendo entre dois dias e duas semanas mais tarde. Doses acima dos 30 Gy causam danos neurológicos, com sintomas que começam a aparecer apenas alguns minutos depois da exposição.Entre esses sintomas, prepare-se para sofrer tremores, convulsões, perda do controle da musculatura e perda de consciência. Além disso, a morte é segura, ocorrendo em até 48 horas.



Caso você consiga escapar da explosão

Se você tiver a "sorte" de não morrer logo após a explosão nuclear, isso não quer dizer que você estará livre de problemas. Infelizmente, a radiação não desaparece assim, de uma hora para a outra, e longos períodos de exposição, mesmo que a doses pequenas, também podem ser mortais. Assim, mesmo que você fique exposto a quantidades superbaixas que não levem você a apresentar nenhum dos sintomas descritos acima, a radiação também pode induzir a mutações genéticas e o desenvolvimento de várias doenças e cânceres, o que também levaria você à morte, mas de uma forma muito mais lenta e igualmente dolorosa.




As causas em um desastre nuclear de qualquer natureza e porte da ogiva causa morte instantânea e lenta,dolorosa e mortal para quem sobrevive, a mídia sempre dá pistas sobre esse assunto desde a guerra fria, este artigo é informativo para que você conheça todos os efeitos desta bomba devastadora é a mesma que na segunda guerra os EUA teve coragem e atrocidade para lançar sobre o japão, ajude a espalhar este artigo.


Fonte: Gizmodo

Visto em: Mídia Illuminati
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