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domingo, 2 de setembro de 2012

Gelo do Ártico "rejuvenesce"

Ártico gelo derretimentoO Centro Nacional de Informações sobre Neve e Gelo dos EUA (NSIDC, na sigla inglesa) confirmou os dados de colegas japoneses de que a área de gelo marinho no Ártico diminuiu em agosto para o menor nível em toda a história de observações por satélite – para 4,1 milhões de quilómetros quadrados.
Este número é 70.000 metros quadrados menos do que o recorde anterior, registrado em 18 de setembro de 2007. Em 2040, a cobertura de gelo da Terra poderá derreter completamente, preveem especialistas estrangeiros. Os cientistas russos discordam das previsões pessimistas.

Especialistas de diferentes países estão monitorando escrupulosamente o estado do gelo ártico. Desde 1979, eles usam imagens de satélite, maS utilizam diferentes métodos de estimativa da área do gelo. Cientistas do Instituto de pesquisa do Ártico e Antártico, junto do centro meteorológico russo, Roshydromet, baseiam-se também na riquíssima experiência de pesquisa em campo, que seus colegas estrangeiros não têm.

Os dados obtidos sugerem o “rejuvenescimento” dos gelos árticos e seu carácter sazonal, e não o desaparecimento, disse à Voz da Rússia o doutor em ciências geográficas Genrikh Alekseev.

"O fato é que os gelos derretem no verão, e no inverno eles se formam de novo. Ora a área "invernal", coberta de gelo, muda pouco – ela é reduzida lentamente. No inverno o gelo recupera, mas recupera principalmente o gelo jovem, que cresce e no ano seguinte se torna gelo de um ano, chegando a um metro ou mais de grossura."

Além disso, explica Alekseev, a retração observada de gelo de verão nos mares árticos não ocorre da mesma maneira. Os mares importantes para a Rússia, pelos quais passa a Rota do Mar do Norte, este ano estão cobertos de gelo ainda mais do que o habitual. E se no mar de Barents o gelo se encontra em seu mínimo, nos mares de Kara, Laptev, Sibéria Oriental e Chukchi há mais gelo que em 2007. As condições deste verão quente no Ártico podem ser consideradas anormais, mas a Rota do Mar do Norte até agora ainda não se libertou do gelo e os quebra-gelos, no futuro, ainda terão uso, disse o cientista.

"Segundo as previsões que estão agora disponíveis após cálculos em modelos globais, até ao final do século o gelo no verão poderá desaparecer quase por completo, mas no inverno vai continuar a recuperar e atingir quase as mesmas fronteiras."

A fusão extrema de gelo no verão de 2012 é, provavelmente, o último adeus de um aquecimento que está terminando. Afinal, o gelo é um produto do clima e, se compararmos as curvas de temperatura do ar e de derretimento de gelo, elas coincidirão, resume Alekseev.

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 27 de junho de 2012

"Rio + ou - 20" Tentativa de governo mundial não deu certo, mas pode voltar


A Rio+20 trabalhou para promover uma mal esclarecida “economia verde” com base num talismânico“desenvolvimento sustentável” e com o objetivo – entre outros – de erradicar a pobreza do planeta.

Essa colossal tarefa deveria ser encomendada a uma nova “estrutura institucional” – leia-se uma superestrutura burocrática passando por cima dos países soberanos em nome dos interesses planetários – a qual definiria, ela só, os interesses ecológicos do planeta.

Na prática, ter-se-ia gerado um fabuloso poder com ares de governo universal. Ele não foi oficializado na Rio+20, mas poderá vir a sê-lo no futuro.

“O projeto não irá a parte alguma se não tiver a embasá-lo a ‘estrutura institucional’ almejada pela ONU, com um sistema pactuado de estímulos e sanções que induzam os países a mudar, sem esperar que outros o façam primeiro”, escreveu OESP (Notas & Informações, 11.6.2012)
Era preciso implantá-lo com urgência. Por quê?

Sobretudo para que a opinião pública não tomasse conhecimento da verdadeira natureza do monstro socialista que seria instalado, esmagando nações, povos e indivíduos.

A mídia instilou na mente dos homens a imagem do ambientalismo e de seus agentes como um conjunto de benfeitores dos bichinhos e das plantas, uma espécie de Robin Hood da jardinagem e dos animais de estimação.



Rio+20 sentou o princípio de que os patamares atuais de civilização e consumo são insustentáveis.

Para que a manobra da “estrutura institucional” pudesse atingir seus objetivos, era indispensável que as classes médias,antigas e novas, dos países desenvolvidos e emergentes não percebessem os doloridos sacrifícios que o novo regime vai lhes impor.

Sacrifícios que atingem em sentido não figurativo, por assim dizer, até as próprias entranhas dos seres humanos,exigindo-lhes uma radical mudança dos padrões e hábitos de consumo por outros que a nova situação vai lhes impor e que são na verdade miserabilistas.

Se o homem comum percebesse que ele está sendo colocado na cadeira do réu como predador do planeta porque consome energia, alimentos e produtos como o faz hoje, ele certamente se recusaria a abrir mão.

Tamanha loucura só é capaz de passar se o cidadão normal estiver confuso e desinformado. E esse é um dos sentidos do folklore caótico da “Cúpula dos Povos” e do briga-briga inglório do Riocentro.

Os perigos da aventura explicam as incertezas, a falta de consenso e de metas ambiciosas que os políticos mais experientes patentearam na Rio+20.

Nem na última reunião preparatória em Nova York os especialistas ousaram chegar a um acordo.

A intervenção da presidente Dilma Rousseff e do Itamaraty acabaram forçando um texto final na Rio+20, que apesar de muito criticado, acabou sendo menos danoso ao projeto totalitário verde do que a ausência de acordo final.


Rio+20: vida e subconsumo de índio serviria de modelo de 'desenvolvimento sustentável'

Por outro lado, a pressa era indispensável, pois os boatos intimidadores, alarmistas ou catastrofistas de um iminente colapso da Terra – o suposto “aquecimento global”, o “efeito estufa”, o crescimento do nível dos mares, a desertificação da Amazônia, etc., etc. – estão perdendo força.

E isso se deve em boa medida à corajosa atitude de cientistas objetivos – menosprezados como “céticos”, postos de lado e silenciados – que contra toda a pressão da mídia e de órgãos oficiais, continuaram defendendo o bom nome da ciência e a veracidade dos fatos.

Deve-se também notar que enquanto o muro de silêncio em torno deles foi se rachando, outros cientistas alarmistas foram moderando suas posições e até adotando as verdadeiras.

A série “Dúvida conveniente”, da Band, durante a Rio+20, foi um dos melhores exemplos do afrouxamento da campanha de silêncio montada contra esses cientistas objetivos.

Veja a seguir o vídeo contendo o resumo dos cinco programas dessa série. Neles o leitor encontrará as posições dos dois lados.


Video: Rio+20: cientistas objetivos põem em xeque ambientalistas
Via : LIBERTAR

terça-feira, 26 de junho de 2012

Imposto de carbono entra em vigor em julho na Austrália


A que ponto a ignorância de um governo serviçal e marionete pode chegar...

Mesmo após tantos cientistas terem refutado a mentira do Aquecimento Global, e terem comprovado a fraude dos dados científicos aquecimentistas, a Austrália começará a cobrar uma taxa pelo carbono emitido...
Na própria Rio+20 este assunto de Aquecimento foi sepultado (até pela própria mídia para "limpar a barra").
Já foi comprovado que o CO2 não polui a Terra e nem provoca este suposto aquecimento!
O CO2 é um gás existente na natureza... Quando respiramos, emitimos CO2!
Será que também vão cobrar para respirar?
É claro... A criação de um imposto mundial sobre o carbono, "oficializa" a formação do governo mundial.
Veja a notícia:

O governo australiano prevê que com a implementação da taxa de carbono no país, 159 milhões de toneladas de poluentes deixarão de ser lançados na atmosfera até o ano 2020 – o equivalente a retirada de 45 milhões de carros das ruas.



Em novembro de 2011, após mais de dez anos de debate sobre a implementação da taxa de carbono na Austrália, e uma forte oposição, o projeto que visa reduzir as emissões de CO2 do país foi aprovado pelo Senado. A proposta que partiu do governo, liderado pela primeira-ministra Júlia Gillard, juntamente com uma coligação que inclui o Partido Verde e três deputados independentes.

A proposta determina que os principais emissores de CO2 do país devem começar a pagar a taxa de carbono a partir de 1 de julho de 2012. Cerca de 500 empresas serão envolvidas e terão que pagar uma taxa de cerca de 23 dólares (R$ 46) por tonelada de carbono emitido. A taxa será aumentada em 2,5 por cento ao ano até 2015, depois disso, a mesma deixará de existir e um sistema de comércio de emissões entrará em vigor.

O governo australiano pretende reduzir as emissões do país em 5% até o ano de 2020, e em 80 por cento, até 2050, ambos em relação aos níveis do ano 2000. Vale lembrar que a Austrália é um dos maiores exportadores de carvão do mundo, e também, está entre os países que mais polui o planeta por habitante.

A impopularidade da medida

A taxa do carbono tem sido fortemente criticada pela oposição conservadora, que a descreve como ineficaz e destruidora de empregos, além de alegar que o custo de vida dos australianos aumentará. De acordo com dados divulgados pela mídia local, a conta de eletricidade dos australianos deve aumentar em 10 por cento durante o período de 2012 a 2013, e o preço do gás em 9 por cento.

Contudo, o governo promete planos de benefícios fiscais, aumento das pensões e prestações sociais para 9 em cada 10 famílias. “O governo insiste que não quer prejudicar a renda da população, mas sim, encorajar as grandes empresas a utilizarem fontes de energia renováveis”, explica Phillip Hudson, editor-chefe do jornal “The Herald Sun”.

De acordo com Hudson, cerca de 24.5 bilhões de dólares serão arrecadados durante os três anos que a taxa de carbono for cobrada, e mais da metade dessa verba será destinada aos programas de subsídios à população. “O restante do dinheiro será utilizado para apoiar empregos; ajudar as indústrias durante o período de transição, e também para investir em outros programas pró-meio ambiente”, explica. Para compensar os efeitos da taxa sobre a indústria, o governo australiano propôs disponibilizar créditos gratuitos de carbono para 36 setores industriais, como a mineração e siderurgia, já a partir de julho.

Mesmo com os incentivos propostos pelo governo, ainda há muito descontentamento diante da medida, e muitas empresas continuam a argumentar que a taxa do carbono fere a competitividade da indústria principalmente em um momento de crise econômica mundial. Uma pesquisa realizada pelo 2012 Lowy Institute Poll, revela que a população também não aprova a medida imposta pelo governo. De acordo com os dados revelados na primeira terça-feira do mês de junho (5), 63 por cento dos entrevistados são contra a introdução de um preço fixo para o carbono. Além disso, 57 por cento dizem que apoiam o fim da taxa.

Caso tal impopularidade perdure, é provável que o Partido Trabalhista não consiga vencer a eleição federal de 2013 e o futuro da taxa de carbono pode vir a ser comprometido, já que o líder da oposição Tony Abbott mencionou por inúmeras vezes que vai rescindir o imposto caso o partido de coalizão vença a próxima eleição.

Fonte: IAnoticia
Via: LIBERTAR  

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Uma farsa que não deu certo !

Acho que para os que já buscaram saber a verdade, já ficou muito claro que não se tem cabimento e provas cientificas que comprovem o aquecimento global, pois bem, separei aqui 2 entrevistas que 
passaram em grandes emissoras de televisão (band e globo) especialistas nessa área desvendando a farsa, são entrevistas um pouco longas mais bem esclarecedoras e de pessoas com grande conhecimento espero que tenham paciência e vejam pois vale a pena. 


        
É sempre de suma importância ressaltar que as idéias não são todas exatamente iguais pois cada tem especialização, mais o que é mais importante ficou bem claro, que não há provas de nenhum tipo de aquecimento global ,o que se tem são vários ciclos e fenômenos a única coisa que pode acontecer é um aquecimento local ou seja em uma determinada área. 


terça-feira, 12 de junho de 2012

DEZOITO CIENTISTAS BRASILEIROS QUESTIONAM AQUECIMENTO GLOBAL CAUSADO PELO HOMEM

NOSSA FINALMENTE ESTÃO BOTANDO A CARA A BATER E FALANDO A VERDADE A ALGUM TEMPO O CLIMATOLOGISTA RICARDO AUGUSTO FOI NO JO SOARES E REVELOU A FARSA E AGORA ESSES CIENTISTAS AINDA BEM ! QUE ESSA FARSA SEJA DESVENDADA A NÍVEL MUNDIAL, VEJAM A CARTA QUE MANDARAM PARA NOSSA PRESIDENTE QUE E BÚLGARA DIGA SE DE PASSAGEM HEHE .

Dezoito dos principais cientistas do país, entre físicos, geólogos e climatologistas, enviaram carta à presidente Dilma Rousseff questionando o consenso de que o aquecimento seja causado pelo homem. Eles dizem que não há nenhuma influência humana sobre o clima global e que a hipótese de que o homem influencia o clima "é um desserviço à ciência". Criticam o que chamam de alarmismo climático e destacam que o gás carbônico (CO2) não é o vilão do aquecimento global, muito pelo contrário, "é o gás da vida". Abaixo a íntegra da carta aberta à presidente Dilma.

Agência Brasil
Cientistas enviaram carta aberta à presidente Dilma Rousseff questionando o consenso sobre o aquecimento global
Comunicado: Cientistas enviaram carta aberta à presidente Dilma Rousseff questionando o consenso sobre o aquecimento global
Carta aberta à presidente Dilma Rousseff
Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento - do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico - anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático - e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos - equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.

2) A hipótese "antropogênica" é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência "burguesa e antirrevolucionária". O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do"lysenkoísmo", que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios "a fio d'água",impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação "política" do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.
Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.

4) A "descarbonização" da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da"descarbonização" da economia, ou "economia de baixo carbono", se torna desnecessária e contraproducente - sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar - ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar - de uma forma inteiramente sustentável - os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.

Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional / UFRJ
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
Paulo Cesar Soares Geólogo,
Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Mestre em Geociências - Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Aquecimento global, uma mentira que não deu certo... Especialista desmascara farsa na tv

Uma entrevista muita boa... Não dá mais para voltar atrás... A farsa do Aquecimento global já está mais que desmascarada...
Eu vejo assim: A história do Aquecimento Global é uma mentira que não deu certo para os globalistas... Então, parece que a mídia está tentando, já há algum tempo, se "isentar" da culpa da mentira...
Vocês acham que a mídia corporativista iria entregar a verdade de mão beijada desta forma? Eles não dão ponto de nó!
Interessante também: Porque os globalistas não voltam também atrás e cancelam suas implementações acerca de taxas mundiais sobre o carbono?