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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O leite que você bebe contém hormônio transgênico de crescimento da Monsanto


Mais uma vez, o uso de produtos não autorizados e com riscos à saúde humana ocorre sem conhecimento da população. É o Codex Alimentarius da Nova Ordem Mundial a todo vapor.

Já é antiga a polêmica em torno da segurança do hormônio transgênico de crescimento bovino (rbBGH ou rbST, nas siglas mais usadas em inglês), injetado em vacas para aumentar a produção de leite.

O produto foi desenvolvido pela Monsanto e é proibido na maioria dos países, mas livremente utilizado nos EUA e no Brasil, sem que o leite e os derivados informem isto nos rótulos. Em agosto de 2008 a Elanco, uma divisão da empresa farmacêutica Eli Lilly, comprou da Monsanto a marca (nos EUA o hormônio é vendido sob o nome Posilac) e os direitos sobre o produto.

Após adquirir os direitos sobre o hormônio, a Elanco tem se esforçado para convencer os processadores de leite e a indústria alimentícia em geral que o leite proveniente de vacas tratadas com o rbBGH é seguro. E teve papel central nesta campanha um documento encomendado pela empresa de relações públicas Porter-Novelli e assinado por oito proeminentes especialistas e acadêmicos da medicina e da zootecnia.

O relatório é baseado no famoso “argumento da autoridade”, ou seja, faz inúmeras afirmativas sobre a segurança do produto, mas sem apresentar provas consistentes para embasá-las. O documento foi lançado em julho de 2009 e desde então a Elanco o distribuiu amplamente.

Um dos “pontos altos” do relatório é quando ele afirma que “a segurança do consumo humano [do rbBGH] é endossada por mais de 20 organizações importantes de saúde dos EUA -- incluindo o National Institutes of Health (Institutos Nacionais de Saúde), a American Academy of Pediatrics (Academia Americana de Pediatria), a American Cancer Society (Sociedade Americana de Câncer), a American Medical Association (Associação Médica Americana) -- e internacionalmente -- incluindo a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a FAO (órgão das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura)”.

Recentemente um grupo de organizações da sociedade civil (1) divulgou um completo documento rebatendo as afirmações apresentadas pelos cientistas no relatório da Elanco -- sempre apresentando inúmeras referências para as contestações apresentadas.

Entre os principais problemas apontados, estão que: (1) muitas afirmações sobre a saúde humana e animal são simplesmente incorretas; (2) outras afirmações, embora não estejam tecnicamente incorretas, distorcem os fatos; (3) o relatório omite numerosos estudos científicos relevantes e documentos que contradizem as conclusões dos autores; e (4) citações listadas nas referências algumas vezes não confirmam argumentos apresentados no texto.

Mas a informação mais chocante no documento de contestação é a que desmente o apoio supostamente dado ao rbGH pelas organizações de saúde. São apresentadas informações que contradizem, caso por caso, a afirmação de que as organizações teriam endossado a segurança do hormônio transgênico.

A American Medical Association (AMA), por exemplo, não só não tem posição oficial sobre o rbGH e não defende sua segurança, como também uma nota publicada no boletim da organização em abril de 2008 citava seu então presidente, Ron Davis, dizendo que “Hospitais deveriam (...) usar leite produzido sem hormônio transgênico de crescimento bovino”.

A ONG Bioscience Resource Project contatou vários dos autores do estudo da Elanco para esclarecer o caso. Alguns se recusaram a falar ou negaram qualquer problema no estudo. Um deles (David Clemmons, da Universidade de Carolina do Norte), entretanto, admitiu que a afirmação de que a Associação Médica Americana, a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Americana de Câncer teriam atestado a segurança do hormônio “tecnicamente não era verdadeira”. Segundo sua explicação, a ideia do estudo era mostrar que os argumentos das organizações médicas falhavam ao se oporem ao rbGH.

Segundo Rick North, da organização Oregon PSR (Médicos para a Responsabilidade Social, na sigla em inglês), “As numerosas afirmações falsas e distorções com relação às organizações que teriam afirmado a segurança do rBGH são apenas a ponta do iceberg. O relatório da Elanco é inteiramente permeado de informações enganosas e imprecisas, distorcendo a própria alegação sobre a segurança do produto”.

Trata-se, na verdade, de mais um exemplo de que a defesa da segurança deste e de vários outros produtos, como os agrotóxicos e o transgênicos em geral, tem sido feita com base em mentiras, estudos sem consistência e deturpação de dados. E órgãos governamentais como a CTNBio simplesmente carimbam, assinam em baixo, e tentam a qualquer custo nos fazer acreditar que não há riscos.

Um dado curioso a ser observado neste caso da Elanco é que um dos autores do famigerado relatório é brasileiro, professor de zootecnia da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), em Piracicaba. Seu nome é Dante Pazzanese Lana.

Vejam só as informações que o relatório da Elanco traz sobre ele:

“O Dr. Lana foi remunerado pelo seu envolvimento neste relatório sobre rbST, mas não possui ações da empresa Eli Lilly and Company. Ele declara receber financiamentos da Provimi, Elanco, Church and Dwight, Purina, Cargill, Louis Dreyfus, Phibro and FortDodge e de receber honorários por realizar conferências para Phibro, Tortuga, Provimi, Pfizer, Purina e Marca; nenhum destes financiamentos ou honorários são diretamente relacionados a pesquisa com rbST. Não foi relatado nenhum outro potencial conflito de interesse relevante para este artigo.”

Tudo isto foi dito com o intuito de garantir a isenção e a independência do autor em relação ao tema.
Aliás, o professor tem um currículo digno de representante da CTNBio! Quem aposta que em pouco tempo ele seja convidado a compor o colegiado?

(1) Cancer Prevention Coalition, Consumers Union, Oregon PSR e Institute for Agriculture and Trade Policy.

Visto em: LIBERTAR.in

sábado, 29 de setembro de 2012

Não acorde o câncer que dorme em você!

Entrevista, legendada em português, com o Dr.David Servan-Schreiber, autor do livro Anticâncer que vendeu mais de um milhão de exemplares em 26 países. Este livro foi o meu manual para entender o que estava acontecendo comigo em junho de 2008 quando descobri no meu corpo tumores no rim, próstata e fígado. 

Hoje, é o meu principal guia que vem me orientando para eu conseguir curar meus cânceres. Depois de ler o livro compreendi que nosso corpo é como um carro da marca Ferrari onde você só deve colocar o combustível, os óleos e os aditivos especificados, senão, adeus Ferrari. 

O corpo humano é uma obra-prima e não foi concebido para utilizar-se de comidas em fast-foods, refrigerantes, agrotóxicos, poluição e nem absorver o estresse da vida contemporânea. O nosso "software" não possui instruções para processar todo esse resíduo antinatural. Todo este lixo que absorvermos é cada vez maior e alimenta as células cancerígenas, destruindo lentamente o nosso "hardware".

Se diminuirmos e até conseguirmos eliminar totalmente estes resíduos de nossas vidas, é possível evitar a maioria das doenças, pois nosso corpo volta a funcionar corretamente e os nossos hormônios se normalizam. Para tanto basta mudarmos o nosso estilo de vida constituído pela má alimentação que seguimos, dos exercícios que não temos o hábito de praticar e dos pensamentos ruins que nos dominam. Veja este vídeo e saiba o que Dr. David revela nesta entrevista.

Mas é preciso saber muito mais lendo o seu livro Anticâncer, que reuni as mais recentes pesquisas mundiais sobre quase tudo que pode nos beneficiar e que não são divulgadas. Tenho a absoluta certeza, que este livro o fará repensar seu conceito atual de como é levar uma vida saudável. Além disto, se você seguir o que ele recomenda é garantido que não acordará o câncer que existe adormecido em você. Atenção! Não deixe de acessar, via internet, as centenas de pesquisas referenciadas no livro, que são absolutamente claras e fantasticamente reveladoras. Qualquer comentário esclarecedor favor postar..


Saúde a todos, Luiz Henrique Xavier




Fonte: http://amigoacarlosrealidade.blogspot.com.br/2012/09/nao-acorde-o-cancer-que-dorme-em-voce.html

Visto em: Nos Dias de Noé

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Óleo De Canola – Um Clássico Exemplo De Fraude Alimentar

Você lembra da margarina? Ela foi e ainda é apresentada como mais saudável que a manteiga.

Eu já vi sites renomados dizendo que devemos trocar a manteiga pela margarina que é mais saudável.

E o pior é que muita gente ainda acredita nisso!

Comer margarina é tão saudável quanto comer plástico derretido… A única diferença é o preço. A margarina é mais barata que plástico, mas o resultado é o mesmo.

Mas no momento não vou falar sobre a margarina, que é um veneno, mas sobre o Óleo De Canola, que está indo no mesmo rumo da margarina.

Você pode até não comprar o óleo achando que está se livrando dele, mas acaba consumindo-o em outros alimentos processados.

Antes de mais nada, vamos ver o que é o Óleo De Canola.

Primeiramente, Canola é um nome híbrido de óleo canadense (Canadian Oil). O tal óleo era processado e exportado principalmente pelo Canadá. Para que esse óleo fosse classificado como GRAS pela tão aclamada FDA, o governo canadense deu a ela…uma “graninha”, diga-se de passagem um graninha bem alta.

GRAS significa Generally Recognized As Safe, ou seja, Geralmente Reconhecido como Seguro.

Com essa classificação, o óleo pôde ser produzido sem maiores problemas durante um bom tempo e sem precisar passar por testes de segurança. É como já havia postado: quando o dinheiro é mais importante que tudo, dane-se o resto…

Esse óleo é retirado de uma planta chamada Colza ou Couve – Nabiça, que é a mesma coisa. A colza era subsidiada pelo Canadá. Tanto plantio quanto colheita.

A Colza é uma planta barata, cresce bem e tem uma resistência natural a ataques de insetos. A extração do seu óleo e processamento é bem mais barato que outros óleos que são realmente saudáveis, como o azeite de oliva, por exemplo.

Essa planta tem um ácido extremamente tóxico chamado chamado ácido erúcico. Bom, com um nome desse não podia ser lá boa coisa.

Foi então desenvolvido um híbrido dessa planta com baixos teores de ácido erúcico. O óleo foi então originalmente chamdo de “lear oil”, ou seja um óleo com baixo teor de ácido erúcico.

O óleo de colza é tão tóxico que nem insetos ou animais o ingerem. Caramba…será que eles acompanham meu blog? Mas, vamos em frente…

O óleo de colza foi incialmente usado como um óleo industrial. Olha que beleza! Para quem trocou a manteiga por margarina, agora tem um ótimo acompanhamento: nada como consumir plástico derretido com um bom óleo industrial…

Mas para que esse óleo fosse vendido para consumo ele teve que mudar de nome, é claro. Daí o nome de Canola. O ano do batismo foi 1988.

A colza foi modificada geneticamente para resistir a altas doses de herbicidas como o Roundup da Monsanto. Além da planta que tem um elemento de OGM imprevisível, o óleo é aquecido a mais de 300 graus, como parte de um processo para remover o odor extremamente desagradável.

OGM é a sigla de Organismos Geneticamente Modificados. São vários os processos como degomagem, acidulação em lote, branqueamento, desinfecção, métodos de extração com solventes químicos, e prensagem de bagaço a altas temperaturas.

O Óleo de Canola é monoinsaturado o que faz com ele seja facilmente comparado aos óleos saudáveis.

Já ouvi gente dizendo: “Está vendo??? É um óleo bom!!! É um óleo monoinsaturado! É tão bom quanto o azeite de oliva extravirgem!”

Nessas horas eu tenho que contar até 10…respirar fundo e engolir uma boa resposta!!!

Falando educadamente, o Óleo de Canola pode até ser monoinsaturado, mas querer compará-lo com o azeite de oliva extravirgem….é o mesmo que comparar o Bin Laden com Mahatma Gandhi, afinal…os dois são homens!!! Certo??

O azeite de oliva extravirgem não é processado, não contém ácidos graxos trans e nem OGM.

E eis que vieram alguns testes independentes…

Um dos primeiros testes foi alimentar alguns leitões com comida que contínham o Óleo de Canola.

A coisa foi feia. Houve uma redução drástica nos níveis de vitamina E. Niveis baixíssimos a ponto de fazer esses leitões virarem bacon…

Além dessas redução de vitamina E, as plaquetas desses leitões ficaram extremamente pegajosas impedindo o fluxo sanguíneo. E é esse óleo que dizem ser bom para o coração??? Tô fora!!

O melhor que se pode falar do Óleo de Canola é que não se trata de uma opção saudável.

Quer um conselho? Esquece esse óleo…tem muita coisa boa para usar no lugar dele. Experimente o azeite de oliva extravirgem ou melhor ainda, o óleo de coco. Sua saúde vai agradecer!

Fonte: 
Tudo Sobre Plantas | http://libertar.webnode (Site Antigo)

Visto em: Nos Dias de Noé


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Estudo associa aromatizante de pipocas a doença de Alzheimer

Um estudo da Universidade de Minnesota (EUA) sugere que o aromatizante que dá o sabor artificial de manteiga às pipocas de micro-ondas pode aumentar o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

O composto diacetil estimula a acumulação de proteínas beta-amiloides, que ajudam a desenvolver a doença.

Os cientistas descobriram que o diacetil pode facilmente penetrar na chamada «barreira sangue-cérebro», que impede que substâncias tóxicas entrem no cérebro.

Além disso, o aromatizante também impediu uma proteína-chave (glioxalase), que protege as células nervosas, de chegar ao cérebro.

Os pesquisadores ressalvam, porém, que a pesquisa concentrou-se em operários altamente expostos ao composto e que é preciso mais estudos. Entretanto, fabricantes de pipoca de micro-ondas estão a retirar o diacetil dos produtos.

Fonte:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=587324

Visto em: Nos Dias de Noé

domingo, 1 de julho de 2012

Programa de Tv "La Liga" : Transgênicos


O que a tv brasileira esconde e que a argentina teve coragem de mostrar:

Você sabia que principal diferença entre a soja transgênica e a normal é que primeira é utilizada com uma quantidade gigantesca de herbicida

Isso faz toda a diferença no efeitos que causa à sociedade e meio-ambiente, dentre eles podemos citar a desertificação do solo, uma infinidade de problemas de saúde para quem consome, para quem planta e para quem vive nas proximidades das plantações.

Há também o problema de dependência que o país fica em relação ao oligopólio liderado pela Monsanto,sem falar que quase toda essa soja é destinada a alimentar gados na Europa e China. (docverdade)

Apesar de todas as limitações técnicas do Streamvideo apresentado, é um ótima oportunidade de saber a verdade por trás dos transgênicos.

Agradecimentos ao Partido Pirata Argentino pela sugestão, legendas e link.



Programa de televisão A Liga, dedicado aos trasngênicos  from Partido Pirata Argentino on Vimeo

Veja também um documentário aprofundado sobre o assunto: O Mundo segundo a Monsanto

Fonte: DocVerdade
Via: Nos Dias de Nóe

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Beba e morra: Coca-Cola vendida no Brasil tem a maior concentração de substância CANCERÍGENA no mundo


A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), subproduto presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígena. A análise foi realizada no Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest), de Washington D.C. Eles testaram a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola também vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. As informações sobre o estudo foram divulgadas pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

A pesquisa que apontou os riscos do Caramelo IV à saúde das pessoas foi feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.

Concentrações

De acordo com o Centro de Pesquisa CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) do corante cancerígeno em 350 ml, cerca de 267mcg/355ml. Essa concentração é muito maior em comparação com a Coca-Cola vendida no Quênia, que ficou na segunda posição, com 170 cmg/355ml.

QUANTIDADE DE 4-METIL-IMIDAZOL (4-MI) NA COCA-COLA EM NOVE PAÍSES

País 4-MI em microgramas (mcg) em cada 355 ml
Brasil 267
Canadá 160
China 56
Japão 72
Quênia 177
México 147
Emirados Árabes Unidos 155
Reino Unido 145
Estados Unidos (Washington DC) 144
Estados Unidos (Califórnia) 4

A Coca-Cola do Brasil fornece nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a quantidade máxima de 39 ml do refrigerante por dia e nenhum outro produto que possui o corante Caramelo IV em sua composição.

Como nos últimos 30 anos o consumo de refrigerante quintuplicou no Brasil, o Idec ressalta que, independentemente da presença do corante, todas as bebidas que contêm açúcar devem ser evitadas, pois se consumidas em excesso podem aumentar o risco de diabetes, obesidade e doenças associadas aos cânceres de esôfago, rins, pâncreas, endométrio, vesícula biliar, cólon e reto.

Mudanças

Nos Estados Unidos, após diversas petições de entidades de defesa do consumidor, o Estado da Califórnia reconheceu a periculosidade do aditivo. Diante disso, empresas como a Coca-Cola e a Pepsi dos Estados Unidos divulgaram que realizarão mudanças em suas fórmulas, de acordo com o instituto.

Por ser um ingrediente que desempenha uma função puramente estética, o Idec questionou às empresas brasileiras se elas possuíam outras alternativas ao Caramelo IV. Foi indagada, ainda, a quantidade de 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presente em seus produtos.

À Anvisa, o Idec questionou a base científica para permissão do uso do Caramelo IV no Brasil (estudos que garantem a segurança do aditivo), e se a agência monitora as quantidades de Caramelo IV e 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presentes nos produtos alimentícios brasileiros. O Idec exigiu que a agência adotasse providências imediatas, tendo em vista a proteção à saúde do consumidor.

As empresas e a Anvisa terão o prazo de 10 dias para responder aos questionamentos do Idec.

Outro lado

No fim da tarde desta segunda-feira, a Coca-Cola enviou comunicado em que afirma que quantidade da substância 4-metil-imidazol (4-MI) presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e segue os padrões aprovados pela Anvisa.

"Coca-Cola não vai alterar sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", afirma a empresa.

"Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade."

Via: LIBERTAR

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Chocolate contém pedaços de baratas e podem ser causa de alergias. Mas para a FDA, não há problema algum...

 
Seria isso proposital? Não sei, mas para a eugenista FDA, a mesma organização que permite que seja adicionado em alimentos, fezes de bactérias, ou seja, Aspartame, que comprovadamente provoca câncer no cérebro, "não há problema" em comer alguns pedaços de baratas... 
O mundo está perdido mesmo... Veja:

Uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 pedaços de baratas, segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios lá nos EUA.

Elas não fazem parte da receita, é claro — a contaminação acontece durante o armazenamento e o transporte do chocolate. Pescamos essa informação saborosa em uma reportagem da ABCNews , que conta como cientistas acham que esse ingrediente extra, os tais pedacinhos de baratas, pode ser o responsável por causar coceira, irritação e cãimbras em pessoas que, aparentemente, são alérgicas a chocolate — e não o doce em si.

Mas calma. Para a FDA, até então, desde que não haja mais do que 60 pedaços de baratas em cada 100 g de chocolate, está tudo bem e a gente pode se esbaldar. E nem adianta fazer o radical e querer abolir o chocolate da sua vida: vários outros alimentos estão sujeitos à mesma contaminação, como frutas e queijos. “Evitar [insetos na comida] é quase impossível. Você provavelmente teria que parar de comer”, disse o alergista Morton M. Teich ao portal.


Fonte: http://www.libertar.in/2012/04/chocolate-contem-pedacos-de-baratas-e.html#ixzz1rmr3kQek