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sábado, 23 de junho de 2012

Impeachment de Fernando Lugo aprovado!


Em rápida votação no Senado paraguaio, os parlamentares confirmaram o impeachment do presidente Fernando Lugo. O vice-presidente Frederico Franco, que pertence a um partido de oposição, assumirá o comando do país pelos próximos dez meses.
O resultado oficial da votação teve 39 senadores a favor da saída de Lugo, quatro contrários e dois ausentes. Logo após a confirmação do afastamento de Lugo, manifestantes se aglomeraram ao redor do palácio presidencial e do Senado. Imagens da TV paraguaia mostraram confrontos entre a polícia e a população.
Em seu primeiro discurso depois de deixar o cargo, Fernando Lugo afirmou que a decisão do parlamento  feriu a democracia de seu país:
"Hoje não é o Fernando Lugo que recebe um golpe, não é Fernando Lugo quem está sendo destituído. É a história paraguaia e sua democracia que foi ferida", afirmou.
Mesmo adotando um tom conciliador, ele considerou a atitude grave e "covarde":
"Foram transgredidos todos os conceitos de defesa, de maneira covarde e aleivosa. Espero que seus executores estejam cientes da gravidade de seus atos. Ainda assim, como sempre atuei de acordo com a lei, mesmo que ela tenha sido distorcida como um galho fraco ao vento, estou disposto a responder aos meus atos como ex-mandatário", garantiu.

O ex-presidente ainda conclamou que a população não se envolva em atos violentos por conta da crise institucional no país e reafirmou que não deixará de atuar politicamente, embora tenha sido destituído do cargo.

"Que qualquer manifestação seja feita de forma pacífica e que o sangue dos justos não se derrame nunca mais por interesses mesquinhos. Depois de quase quatro anos exercendo a presidência do Paraguai, hoje me despeço como presidente da República, mas não como cidadão paraguiao. Ei de servir esta nação aonde precisarem de mim, como já havia jurado".

Tentando tranquilizar o crescente clima de tensão no país, Lugo fez questão de agradecer às Forças Armadas e lembrou que todos os envolvidos no processo têm "um dever de solidariedade com nossa pátria e nossa história".
No fim do pronunciamento, Lugo afirmou que não deixará o comando do Paraguai pela porta dos fundos, mas sim "pela maior porta da pátria, pela porta do coração de nossos compatriotas".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sociólogo diz que haverá uma intervenção militar na América Latina, começando pela Venezuela. Brasil não irá escapar ...

Aviso ao presidente Hugo Chávez sobre o perigo de uma possível intervenção militar dos Estados Unidos sobre a Venezuela , estão plenamente justificados, disse Atilio Boron, cientista político e sociólogo argentino. Durante uma entrevista transmitida pela Venezolana de Televisión, Boron se referiu a este aviso durante uma entrevista em Buenos Aires com Mario Silva, apresentador do Hojilla.
"Nós não devemos esquecer as 46 bases militares dos EUA que existem na América Latina", frisou e acrescentou que há um plano claro para tentar novamente colocar a região sob sua tutela. "Vou tentar por qualquer meio e começará com a Venezuela", disse ele, observando que, se pudessem destruir o processo político que conduz Chávez, o resto seria mais fácil para eles.

"Eu não tenho nenhuma dúvida que os estrategistas de Washington tenham vários cenários de intervenção na América Latina ", advertiu Boro e lembrou que não as bases militares apenas aponta para a Venezuela, mas também em outros países, incluindo o Brasil, que é praticamente cercado.
Fonte: http://www.aporrea.org -Tradução Google - Adaptação Revelação Final
Análise do Blog:

Fica evidente que a agenda esta em processo de aceleração, assim como aconteceu e, alguns países árabes e africanos, a América Latina não espaçará da militarização americana, o objetivo principal é tirar de cena o ditador venezuelano Hugo Chávez, que é sem dúvidas um entrave, uma pedra no sapado da elite para a implantação da NOM, visto que Chávez tem aversão a elite sionista, e já fez diversas declarações acusando os globalistas de deterem a maioria dos bancos mundiais, atuar fortemente dos bastidores e nas decisões da política global em todo mundo, e possuírem 80% da mídia de massa, ele sem dúvidas será o próximo ditador opositor da NOM a ser destronados, portanto, o foco dessa possível militarização sem duvidas é a retirada de Hugo Chávez do poder.