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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Alemanha legaliza Eutanásia


O Supremo tribunal da Alemanha legalizou a eutanásia. Agora será possível desligar legalmente os equipamentos médicos que mantêm artificialmente a vida de doentes graves, com a concordância destes. A morte suave e tranquila – como o dicionário de Oxford define a eutanásia – é considerada crime na maioria dos países da Europa.

Isto muitas vezes leva ao aumento do turismo sombrio, quando, para deixar a vida, os doentes com câncer ou pacientes paralisados, pedem aos parentes para levá-los à Suíça, Holanda, Luxemburgo ou Bélgica, onde a eutanásia é legal.

A decisão do Supremo tribunal da Alemanha foi precedida pelo julgamento do jurista Wolfgang Putz, que aconselhou sua cliente a desligar a mãe dos sistemas médicos, Érica Kullmer, que estava em coma depois de derrame cerebral há oito anos. Sendo que ela tinha dito antes várias vezes que não queria que a vida em seu organismo fosse mantida artificialmente em tais condições. Dois dias depois de desligados os aparelhos ela morreu, e sua filha e o jurista foram presos por assassinato e cumplicidade com o crime. Entretanto, pela nova lei, ambos foram absolvidos.

Para deixar a vida, doentes graves pedem a parentes para levá-los a países, onde a eutanásia é legalizada. Aqueles que não podem se permitir o transporte do doente a outro país, agem, conscientemente, segundo um roteiro mais dramático. Nos países onde é proibida a eutanásia não são raros os casos de julgamento de parentes, que desligaram os aparelhos de manutenção da vida de seus entes queridos após seus insistentes pedidos.

Na Rússia a eutanásia é proibida. A igreja ortodoxa russa é categoricamente contra. Entretanto parte dos russos pronunciam-se em apoio à morte fácil, e os doentes graves muitas vezes pedem-na aos médicos – contou à Voz da Rússia o médico do pronto socorro Mikhail Kanevski.

"Como funcionário do pronto socorro eu, como muita frequência, vou a apartamentos onde pessoas estão gravemente enfermas. São derrames, oncologia – existem diferentes males. Já me aconteceu de pedirem para que eu aplicasse uma injeção mortal. E eu brinco ou prometo aplicar tal injeção, mas na realidade aplico uma injeção normal e com isto tento inspirá-los ou animá-los, apesar de ver que não há esperanças".

Em Zurique, o mais popular entre os turistas para eutanásia, cerca de 200 pessoas deixam a vida anualmente. Às vezes em busca da morte vão para lá pessoas que não são doentes graves ou incuráveis. Isto coloca em dúvida a eutanásia em toda parte, pois em sua base está a questão que atormenta a humanidade há muito tempo: quem tem o direito de decidir existir ou não existir o ser humano.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Presidente eleito da França é a favor do casamento gay e da eutanásia

O socialista François Hollande, presidente eleito da França, é a favor do casamento gay, da adoção por casais formados por pessoas do mesmo sexo e das "ajudas ativas" para morrer dignamente, ao mesmo tempo em que se opõe à legalização da maconha.

Hollande prometeu durante a campanha que irá propor um projeto de lei "na primavera (boreal) de 2013 no mais tardar". Em nome da igualdade, o líder socialista prometeu também acordar o direito de adoção aos casais do mesmo sexo.

François Hollande, presidente eleito da França

O socialista esclareceu que apoia a adoção se o casal homossexual se compromete a "um verdadeiro projeto familiar". Por outro lado, não aprova as "barrigas de aluguel".

Sobre a eutanásia, Hollande impulsionará a legalização das "ajudas ativas" aos que querem encurtar sofrimentos para "morrer dignamente", em certas "condições precisas e estritas".

François Hollande explicou que acredita no liberalismo nascido do espírito do Iluminismo, segundo o qual os indivíduos devem ser donos de sua vida particular, com o Estado como fiador destas liberdades.

Sobre o debate acerca da liberalização das drogas, em suas 60 propostas de campanha Hollande omitiu o tema, mas em suas declarações públicas informou que se opõe à legalização da maconha.

"Não retomarei (a ideia) pela necessidade de evitar o enfraquecimento do peso da proibição", disse Hollande em abril. "Não quero dar o menor sinal de renunciar à dissuasão do consumo de maconha", enfatizou.



Jhunior Silva

A França é um dos poucos países europeu que ‘resiste’ a agenda, a adesão da união homoafetiva como ‘ novo modelo familiar’, mas pelo que costa na gestão do novo presidente francês essa situação irá mudar.

A agenda vai ser cumprida conforme os ideais de movimentos e organizações anti-família, patrocinadas pela elite para fomentar o homossexualismo em todo mundo e tentar de um forma criminosa, forçar a criação de leis especificas em prol do favorecimento e proteção dos “tais direitos gays”, desta forma, visa silenciar e cercear o direito da igreja de expressar a sua opinião em relações a estas questões.

“Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” 1 Coríntios 6:18

A eutanásia faz parte da meta da agenda a longo prazo, visa gradativamente reduzir a população mundial, os eugenistas que estão no poder querem eliminar fetos em má formação e pessoas com  doenças determinais, retirando de forma indireta o direito de escolha entre a vida e a morte.

A igreja deve mesmo que através da adversidade manifestar a sua opinião firmemente. 

“Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.” 1 Pedro 5:9.


Fonte: http://www.revelacaofinal.com/2012/05/presidente-eleito-da-franca-e-favor-do.html#ixzz1uF1Biali