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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Revista americana chama Obama de "o primeiro presidente gay"

 Uma semana após a revista Time estampar a polêmica capa com a foto de uma mulher amamentando uma criança, a revista Newsweek despertou comentários sobre a controversa manchete que classifica Barack Obama como "o primeiro presidente homossexual" dos Estados Unidos.


A capa da edição da Newsweek de 21 de maio mostra uma foto do presidente com uma auréola com as cores do arco-íris - símbolo das bandeiras dos grupos militantes de homossexuais, bissexuais e transexuais. O artigo que corresponde à capa foi escrito por Andrew Sullivan, um blogueiro político homossexual.
A revista ainda não divulgou toda a matéria na internet, mas Sullivan antecipou em seu blog que "Obama teve de descobrir sua identidade como negro e depois se reconciliar com sua família branca, da mesma maneira que os homossexuais descobrem sua identidade e depois têm de se reconciliar com sua família heterossexual". 
Sullivan argumenta que a decisão de Obama de se anunciar favorável ao casamento homossexual não foi uma manobra política visando as eleições presidenciais de novembro.
"Quando alguém faz uma pausa e avalia o histórico de Obama sobre os direitos dos homossexuais, percebe que, de fato, isto não foi uma aberração", destacou o blogueiro. "Foi a culminação inevitável de três anos de trabalho".
Na semana passada, a Time, que concorre com a Newsweek pelo mesmo mercado de leitores de revistas semanais, escandalizou muita gente com sua foto de capa na qual uma mulher amamenta uma criança de três anos de idade.
A imagem provocou protestos em um país onde amamentar em público ocorre raras vezes e é, inclusive, ilegal em muitas partes. O fato de a criança amamentada ser uma criança já crescida chocou boa parte do público.




 Fonte: http://www.efe.com/ e  http://www.libertar.in/2012/05/revista-americana-chama-obama-de-o.html#more

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Arquivo vazado prova uso dos Campos da Fema para aprisionamento de dissidentes políticos

Vídeo postado pelo canal Casando O Verbo, que mostra documento que evidencia o possível uso dos Campos da Fema, para concentração de dissidentes políticos.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Agora vai! Obama APROVA LEI que determina IMPLANTAÇÃO de CHIPS em cidadãos em 2013!


Agora vai! Obama APROVA LEI que determina IMPLANTAÇÃO de CHIPS em cidadãos em 2013!


 Fique claro que não estamos marcando datas, mas sim
 alertando sobre uma LEI do Congresso Americano, ou seja, 
ISSO NÃO É UMA PROFECIA !
Sem dúvidas isso será imposto para o resto do mundo...
O que é terrível, é já sabermos a data que a provável marca da
 besta será colocada no povo...
Este dia está chegando... Prepare-se!
Pode ser a contagem regressiva para uma decisão que mudará
 o rumo de sua vida para sempre!
Mesmo que não seja a marca (é provável que seja), mas nunca
 devemos nos submeter a sermos controlados eletronicamente 
como robôs através de um microchip!

E é claro que a mídia podre corporativista não divulga estas notícias...

Obama aprovou a implantação do microchip nos EUA como parte da reforma dos cuidados de saúde
 em 2013.
Este chip não só irá conter a sua informação pessoal com capacidade de rastreamento, mas também
 será vinculada à sua conta bancária.
O microchip será obrigatório, sem ele os americanos não poderão acessar os serviços de saúde.
Pela lei, a partir de março do próximo ano de 2013, cada cidadão americano é obrigado a implantar
 um microchip de identificação por radiofrequência (RFID), conforme exigido pela Lei de cobertura 
universal de saúde, que terá inicio a partir de março como uma Reforma Sanitária.


O "Objetivo": a criação de um registro nacional de identificação para permitir "um melhor
 acompanhamento de pacientes que queiram qualquer informação sobre sua saúde." Na verdade,
 isso era esperado desde o final de 2004, conforme comprovado por um documento oficial do FDA.



Este documento da FDA Food and Drug Administration, datado de 10 de dezembro de 2004 tem
 direito Classe II Orientação Especial do Documento: Implantável radiofreqüência Transponder 
Identificação do paciente e informações do Sistema de Saúde jurisdição (especial Orientação 
Classe II: Sistema Transponder Implantável de radiofreqüência para a identificação de pacientes 
e informações relacionadas à saúde)...

Nota: Aqui no Brasil o governo já adquiriu 75 mil unidades do microchip.


O que eles não revelam é que o microchip além de um transmissor é também receptor, entende 
o que está por vir leitor?

Vem aí a escravidão moderna.

FONTE:  http://www.libertar.in/2012/04/agora-vai-obama-aprova-lei-que.html#ixzz1sgKSJygb 

terça-feira, 17 de abril de 2012

A Nova Ordem Mundial se aproxima! Hillary Clinton sugere uma nova 'governança mundial'


Durante discurso na abertura de um evento internacional em Brasília, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, elogiou a conduta brasileira e, em especial, a presidente Dilma Rousseff (PT), pelas medidas tomadas no País em prol da democracia, transparência de dados públicos e combate à corrupção. O Brasil é co-presidente da edição 2012 da Parceria para o Governo Aberto (OGP na sigla em inglês). 
"Com a OGP agora temos uma chance de estabelecer um novo padrão para a governança mundial, e não tem parceiro melhor que o Brasil para isso. Em particular a presidente Dilma. Seu comprometimento com a transparência, a democracia e com a luta contra a corrupção estabelece um novo padrão mundial. Nós vamos fazer o que tiver ao nosso alcance para que o século XXI seja uma era de responsabilidades, luta contra a corrupção, democracia, liberdade e transparência", afirmou a americana.

A secretária de Estado disse, ainda, que a tecnologia pode ajudar o mundo na implantação de uma rede mundial de dados que contribua com a abertura de todos os governos. Segundo Hillary, a ampla divulgação de informações públicas ajuda a combater a corrupção, citada por ela como um dos piores obstáculos ao desenvolvimento das nações.
"Na era digital, temos ferramentas que outras nações sequer sonhavam. Já pudemos notar como a tecnologia transforma a diplomacia. A corrupção mata o potencial de um país, fecha portas para a consolidação do poder, e é tão velho quanto a natureza humana. As novas tecnologias não vão mudar a natureza humana, só nos podemos fazer isso", destacou. 
Para Hillary, a abertura dos governos, de forma a tornar transparentes dados sobre a sociedade, economia e democracia dos países, é uma tendência mundial. A secretária de Estado acredita que a divisão entre as nações ao longo do próximo século não levará em consideração sua religião ou posição no globo, mas se seus governos são abertos e democráticos. 

"Sociedades com economia e mercado aberto vão florescer rapidamente, são mais seguras, mais pacíficas. Em contrapartida, quem se esconde da visão pública e rejeita a ideia de abertura vão encontrar uma enorme dificuldade de manter a paz e a segurança.Esses governos terão cada vez mais dificuldades e vão descobrir rapidamente que serão deixados para trás num mundo globalizado", disse.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Quais os efeitos para o mundo das sanções impostas pelos Estados Unidos?


Quais os efeitos para o mundo das sanções impostas pelos Estados Unidos?

De acordo com o economista e ex-secretário do Tesouro norte-americano, Paul Craig Roberts, Washington está tentando obrigar o mundo a derrubar o sistema do direito internacional, o qual se baseia nos tratados internacionais. Washington está a emitir decretos de carácter imperial onde estabelece por cada vez que é a sua palavra que é a lei internacional.

Nesse sistema imperial qualquer país (com a excessão dos escolhidos por Washington) que se dedique a negócios com o Irã ou ao importe do seu petróleo será castigado pelos Estados Unidos. Esse país não terá acesso ao mercado americano e o seu sistema bancário não conseguirá usar o sistema internacional de pagamentos.

Isso quer dizer que Washington se dá a liberdade de impingir sanções a todos os países que se atrevam a desafiar a sua vontade.


O Japão e dez países da União Europeia tiveram privilégios especiais dispensados pelos Estados Unidos para poder continuar a comprar petróleo do Irã. Eles foram os escolhidos por Washington, como apresentou o "Christian Science Monitor".

O Dr. Roberts ressalta aqui que os Estados Unidos estão então exigindo que outros países de grande peso abram mão dos interesses de suas economias para cumprir com suas obrigações de ajudar Washington na vendetta desse contra o Irã.

Vendetta essa que já vem de mais de 30 anos, ou seja, desde que a República Islâmica do Irã derrubou o governo de marionetes do então Shah do Irã. Isto continuaria então a ser mais do que Washington consegue engolir.

Dr. Roberts ressalta também que os Estados Unidos agem arbitrariamente mesmo em relação as "dispensas" econômicas que distribui a bel-prazer.

China, Índia, Turquia e a Coréia do Sul não receberam nenhuma dispensa. A Ìndia e a China são os maiores importadores do petróleo do Irã. A Turquia e a Coréia do Sul estão entre os dez maiores importadores do petróleo do Irã.

Quais são os argumentos que Os Estados Unidos apresentam contra o Irã? Simplesmente nenhum argumento de peso. É o mesmo truque que o empregado no caso do Iraque.

Irã, ao contrário de Israel assinou o tratado de não-proliferação de armas nucleares. Todos os países que assinaram esse tratado tem o direito a energia nuclear. Washington diz que Irã está violando esse tratado através de se por a desenvolver uma arma nuclear. Não há e nunca houve alguma evidências para comprovar essas afirmações.

Os dezesseis serviços de inteligência de Washington dizem unanimamente que Irã desde 2003 não deu nenhum motivo para suspeitas quanto a um programa de armas nucleares. Os inspectores da Agência Internacional de Energia Atômica estão no Irã e tem apresentado relatórios de que não há nenhum caso de diversificação de material.

Nas raras ocasiões em que Washington é confrontado com esses fatos uma reviravolta é imediatamente feita. É dito que apesar de todos os direitos que Irã possa ter através da sua assinatura do tratado de não proliferação Irã não pode ter um programa de energia nuclear porque seria então capaz de, no futuro, poder fazer uma bomba [!]

O imperador decide unilateralmente que a possibilidade de que Irã algum dia no futuro decida fazer uma bomba é um risco muito grande para poder ser tomado. É então melhor deixar o preço do petróleo se desenfrear assim como deixar a economia internacional desgovernada, além de se violar a lei internacional e arriscar uma grande guerra do que se preocupar, que num futuro impreciso, alguma decisão possa ser tomada quanto a construção de uma arma nuclear.

Washington nunca explicou o grande risco que vê numa possível capacidade do Irã de poder construir armas nucleares. Porque seria então esse risco muito maior que os riscos associados com as armas nucleares da União Soviética, ou com as armas nucleares dos Estados Unidos, Rússia, China, Israel, Pakistan, Índia e Coréia do Norte?

Irã é relativamente um país pequeno [apesar de contar com uma população de cerca de 70.000.000 habitantes]. Irã não tem ambições de dominância sobre o mundo e ao contrário de Washington Irã não está em guerra com uma dúzia de países.

Dr. Paul Craig Roberts ressalta ainda que as sanções com que os Estados Unidos pretendem abater o Irã acabarão por cair com muito mais força sobre ele próprio.

O que os Estados Unidos poderiam fazer se a Índia, a China, a Turquia e a Coréia não sucumbirem as ameaças e continuarem a importar seu petróleo do Irã? O que aconteceria se os Estados Unidos impusessem suas sanções a Índia e a China?

Aqui temos que as prateleiras das maiores cadeias de supermercados americanos ficariam as moscas. Ficariam vazias e logo, logo os interesses particulares americanos estariam batendo nas portas da Casa Branca e batendo com força.

Poderosos fabricantes americanos de computadores assim como os poderosos dos grandes interesses econômicos e financeiros que puseram sua produção na China veriam seus lucros e mais valias evaporarem-se. Juntamente com seus aliados da Wall Street iriam todos a desencadear-se sobre a Casa Branca. O dinheiro da China pararia de fluir para dentro dos EUA e portanto o peso do débito dos mesmos se faria sentir a ponto de caimbras.

Em relação a Índia, as operações dos bancos, das companhias dos cartões de crédito e os serviços de utilidades ao consumidor dos Estados Unidos parariam de funcionar.

O caos se estabeleceria. Essa seria a recompensa dos mesmos pela globalização que eles próprios perpetraram. Os Estados Unidos, como um país unificado, não é mais um país independente.

O país é agora propriedade dos interesses americanos que se estabeleceram no exterior, assim como dos países estrangeiros onde esses interesses economicos americanos localizaram sua produção. Sanções contra a Índia e a China seriam sanções voltadas diretamente contra os Estados Unidos.

Dr. Roberts pergunta-se se a China, a Índia, a Coréia do Sul e a Turquia estão conscientes do seu poder de pôr os Estados Unidos de joelhos ou se estes estariam tão cegos quanto a Europa e o resto do mundo que ainda acreditam que estão a falar com um todo-poderoso.

Irá a China ou a Índia, ou ambas, reinvidicar sua independência e exercer seu de-facto poder ou irão cada uma por si ou conjuntamente sucumbir as manhas de Washington? Continuaram elas a reinvidicar seus interesses e continuar com seus importes do petróleo iraniano?

Também não se pode descartar o papel das possíveis chantagens atrás de portas fechadas. Quanto custará aos Estados Unidos o reconhecimento feito pela China e a Índia de que Washington har o poder ditatorial sobre o resto do mundo? A retirada da flota americana dos horizontes do Mar da China?

Sem concessões da China e da Índia Washington ficaria numa situação de periferia.

Um país que não tem uma base industrial e que só pode imprimir notas e instrumentos de débito não é um país poderoso. 

Fonte: Dr. Paul Craig Roberts, "Washington Leads The World Into Lawlessness" (Washington Está Levando o Mundo A Ilegalidade) - em www.paulcraigroberts.org e em www.globalresearch.ca

Iran News

Fonte: http://ianoticia.blogspot.com.br/2012/04/quais-os-efeitos-para-o-mundo-das.html

sábado, 14 de abril de 2012

Coreia do Norte confirma fracasso

Os 15 países do Conselho de Segurança da ONU lamentaram ontem o lançamento frustrado de um foguete
Pyongyang. Em uma rara admissão de fracasso, o governo da Coreia do Norte confirmou que seu foguete Unha-3 -lançado na noite de quinta-feira para marcar o centenário do fundador do regime, Kim Il-sung (1912 -1994) - percorreu só 100 km e caiu no mar Amarelo minutos depois do lançamento.

A TV estatal norte-coreana confirmou a falha ontem. O fechado regime comunista do país até hoje contabiliza como sucesso um lançamento de foguete em 2009 que, segundo outros países, também falhou.

Para alguns analistas, a admissão do problema pode sinalizar mudanças no regime sob o comando de Kim Jong-un, de idade estimada em torno de 30 anos, que assumiu o poder após a morte do pai, Kim Jong-il, em dezembro. Para outros, há o risco de que o fracasso leve o novo ditador da Coreia do Norte a demonstrar força promovendo um novo teste nuclear, o que a ONU proíbe o país de fazer.

Os EUA e a Coreia do Sul acreditam que o lançamento de ontem - segundo os norte-coreanos, para pôr o satélite Estrela Cintilante em órbita- era tentativa disfarçada de testar um míssil. O presidente dos EUA, Barack Obama, disse em entrevista que ações como o lançamento só isolarão mais os norte-coreanos do resto do mundo, "até que eles sigam um caminho diferente".

"Eles vêm tentando lançar mísseis desse tipo por mais de uma década. Parecem não ser bons nisso, mas obviamente é algo que nos preocupa", afirmou o presidente.

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Ben Rhodes, confirmou que o país sustará a ajuda alimentar aos norte-coreanos, que havia sido acordada antes do lançamento do foguete.

O Conselho de Segurança da ONU, que impôs sanções à Coreia do Norte em 2006 e 2009, também condenou o lançamento, mas não anunciou punições adicionais.

Condenam
Os 15 países do Conselho de Segurança da ONU lamentaram ontem o lançamento frustrado de um foguete por parte da Coreia do Norte, denunciando que "violou resoluções" do órgão máximo das Nações Unidas.

"Os membros do Conselho de Segurança lamentam este lançamento, que viola resoluções deste Conselho de Segurança", disse à imprensa a embaixadora americana perante a ONU, Susan Rice, em uma pausa da reunião de emergência convocada em Nova York pelo órgão máximo da ONU.

"Os membros do Conselho de Segurança concordaram em continuar as consultas sobre uma resposta apropriada", acrescentou Rice, sem informar qual poderia ser esta resposta.

Apesar do fracasso, as potências ocidentais condenaram imediatamente a ação do regime de Pyongyang e convocaram esta reunião do órgão máximo das Nações Unidas.

Fonte:http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1126708

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Data Center do governo dos EUA coleta dados de tudo o que você faz na internet


Na série o Exterminador do Futuro, a maior ameaça não eram os poderosos ciborgues enviados para matar John Connor, mas uma entidade maior, que controlava uma rede de robôs e alimentava uma guerra contra os humanos: a Skynet. No filme, o software criado no fim do século XX é capaz de controlar todo o sistema de defesa dos EUA que, eventualmente, se rebelou contra seus criadores e usa todo o conhecimento e estrutura fornecidos pelos americanos para tentar aniquilar a espécie. 

Agora, especialistas do mundo todo se perguntam se uma Skynet do mundo real está sendo criada no meio do Deserto de Utah. É que a NSA (Agência Nacional de Segurança) dos Estados Unidos está erguendo uma enorme estrutura por lá, que promete coletar e armazenar dados de organizações, governos e até de você, um cidadão comum. 

Que dados? Todos. Compras feitas com cartão, ligações, emails, sites acessados, livros que você está lendo... ou seja: tudo o que você faz, compra e consome. Com novas tecnologias e técnicas avançadas de criptografia, o Utah Data Center poderá acessar informações de qualquer um ou qualquer coisa que tenha acesso à comunicação via satélite. 

Guerra ao terrorismo 

O UDC é parte do programa “Total Information Awarenewss”, criado no governo Bush, que desde o ataque ao World Trade Center já gastou dezenas de milhões de dólares em medidas contra o terrorismo. Só este enorme centro no meio do deserto irá custar 2 bilhões de dólares. 

O preço astronômico se deve ao fato de que o UDC será uma estrutura autônoma, o que quer dizer que ele será capaz de gerar sua própria eletricidade, com uma subestação localizada na estrutura. Além disso, ele poderá armazenar água e alimentos suficientes para manter sua equipe por até três dias. 

Todos os equipamentos e serviços que existirão por lá fazem com que o tamanho necessário para que o edifício cumpra seus propósitos seja gigantesco: mais de 65mil metros quadrados, que deverão estar construídos e devidamente ocupados até setembro de 2013. 

Para você ter uma ideia do tipo de máquina que o UCD irá abrigar, a meta é que elas sejam capazes de armazenar dados em Yottabytes (10 à 24 potência) – uma unidade tão grande que ainda não nomeamos o que vem depois dela. 

Toda essa capacidade é necessária porque, além de receber, analisar e armazenar dados de toda a web, é esperado que o UDC possa fazer isso em uma escala muito maior do que se ele estivesse funcionando hoje, já que a quantidade de internautas irá crescer muito nos próximos anos. Segundo um relatório da Cisco, por exemplo, em 2015 teremos quatro 
vezes mais pessoas com acesso à internet do que em 2010. 

Para “processar” toda essa informação, uma empresa chamada Narus criou um software capaz de examinar 10 gigabytes por segundo e, então, copiar automaticamente qualquer comunicação suspeita. 

Você será investigado – saiba como 

Depois que o centro coleta, analisa e separa todos os dados, o “Data Mining” começa – um conjunto de programas juntará o que a NSA julga interessante automaticamente e criará padrões, que podem prever como você se comporta. Parece absurdo? Saiba que o Data Mining já está sendo usado por agências de pesquisa hoje, embora com uma quantidade bem menor de dados. 

Por exemplo, a PUCRJ descobriu recentemente, usando a técnica, que mulheres que trabalhavam, quando aprovadas em seu vestibular com notas boas, dificilmente fariam a matrícula. Isso porque provavelmente passaram em uma universidade pública e o fato de elas trabalharem indica que terão preferência pela educação gratuita. 

O exemplo é simples, mas dá para imaginar que tipo de padrões podem ser traçados com eles quando você coleta dados de um país inteiro – ou do mundo inteiro. O que a maioria das mulheres compra quando está de TPM? A NSA vai saber através de suas contas. 

Onde os muçulmanos de uma cidade vão estar na quinta feira? A NSA tem todos os emails e recibos de estacionamento para traçar um padrão de comportamento. Para quem você vai ligar para contar todas as fofocas da balada do último sábado? A NSA sabe – e também vai ficar por dentro de todos os bafos. 

De acordo com o escritório de Relações Públicas da NSA, a organização não irá espionar a vida de americanos civis – quanto mais de civis do resto do mundo. E, em uma sessão no congresso americano sobre o assunto, realizada em março, o diretor geral da NSA, Keith Alexander, confirmou a declaração dizendo que não há interesse em fuçar a vida de gente comum. “Apenas nos preocupamos com a cybersegurança da população”, declarou. Resta saber o que será considerado uma ameaça à segurança da população.


Fonte: http://ianoticia.blogspot.com.br/2012/04/data-center-do-governo-dos-eua-coleta.html